sexta-feira, 21 de junho de 2019

Pentecostes

Festa de Pentecostes

  Pentecostes é uma das celebrações importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa.
  O nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinquenta dias depois, ou seja, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias. Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes deu-se a partir do período grego, quando a Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra.

Atos 2

Atos 2 faz menção a Pentecostes, dizendo:
 No dia de Pentecostes todos os apóstolos estavam reunidos quando um vento forte invadiu a casa onde estavam e viram “línguas de fogo”pousando sobre cada um, e cheios do Espírito Santo começaram a falar em outras línguas. 
 Os judeus e uma multidão se juntaram e dicaram perplexos ao ver aquilo, alguns duvidaram e zombaram da situação dizendo que os apóstolos haviam bebido muito vinho. 
Em seguida Pedro foi explicar que ninguém havia bebido e falou o que realmente estava acontecendo, conforme a professia do profeta Joel, que dizia que Deus derramaria seu espírito sobre seus filhos e filhas, ele também dizia que quem encucasse o nome do senhor seria salvo. 
 Um dos apóstolos disse aos israelitas: “o homem que foi entregue por Deus com pré conhecimento vocês o entregaram para ser crucificado e Davi dizia que sempre via o senhor a sua frente, então nunca seria abalado. 
 As professias de Davi diziam que o Cristo seria ressuscitado e seu corpo não iria se decompor. 
 Logo ficou claro para todos que Jesus era o senhor escolhido por Deus. 
 No “atos 2” também diz que as pessoas precisam se arrepender de pecados e se batizarem no Espírito Santo em nome de Jesus. 
 Os que aceitaram Jesus foram batizados depois se dedicaram ao ensino dos apóstolos e às orações. 
 Todos naquele tempo viviam em comunhão, repartiam seus bens a cada um conforme a necessidade e se reuniam no tempo para louvar a Deus.

Catequizanda Bruna

Símbolos da Páscoa

A nossa proposta, foi que os catequizandos pesquisassem e apresentassem os símbolos da Páscoa e seu sentido.

As respostas apresentadas seguem neste texto.

Brenda Rodrigues:
O ovo: ele representa a vida, pois dentro de sua casca tem uma nova vida.

A cruz: que representa o sofrimento de Jesus

Ingrid:
Símbolos da Páscoa e seu sentido

Coelho da Páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova

Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.

Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.

Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa.

Círio Pascal: é uma vela acessa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressurreição de Cristo

Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).

O Domingo de Páscoa celebra a festa da vida. É nele onde são referenciadas a última Ceia (celebrada na quinta-feira Santa, durante a Missa de Lava-Pés), a prisão, julgamento, condenação, crucificação (memorizado nas celebrações da Sexta-feira Santa) e ressurreição de Cristo (Celebrado com júbilo na Vigília Pascal - no Sábado Santo) e é nele que somos convidados à nossa ressurreição.

Ou seja, a Páscoa é um período para agradecermos a Jesus pelo sacrifício e também para pensar em todos os nossos atos e renovar os votos perante a Deus para sermos cada vez melhores e dignos desse ato tão nobre para nos libertar e nos dar a vida.



Os Discípulos de Emaus

Propusemos aos catequizandos da turma de Crisma de Jovens, que analisassem o texto do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Lucas, no trecho do chamado "Discípulos de Emaús (Cf. Lc 21, 13-35)". Assim, neste espaço, vamos apresentar o que foi colocado pelos catequizandos. 


Discípulos de Emaús é uma das primeiras aparições de Jesus após a ressurreição, logo após a sua crucificação e à descoberta do túmulo vazio. Tanto o "Encontro na estrada para Emaús" quanto o subsequente Jantar em Emaús, que relata uma refeição que Jesus teve com os dois discípulos após o encontro na estrada…

Catequizanda Ana

O texto fala sobre uma história em que dois discípulos iam no caminho de Emaús e falavam sobre o que tinha acontecido nos últimos tempos, em relação a morte de seu mestre, Jesus. Nessa caminhada, uma pessoa se aproxima e sem perceberem que se tratava do próprio Mestre (Cristo) percorreram o caminho. Durante esse caminho conversavam sobre todas suas passagens da Escritura que falavam a respeito dele. Quando um dos discípulos chega a casa, convida o homem que estava caminhando com eles a entrar por que já era tarde e a noite vinha chegando.
Jesus então entrou na casa, sentou-se e assim abençoou o pão  e o partiu e lhe distribuiu. 
Nesse momento os discípulos reconheceram que era Jesus e que acabou desaparecendo da frente deles. Assim voltaram para a cidade de Jerusalém e foram contar ao povo que Jesus tinha ressuscitado e surgido para eles! Assim Jesus apareceu e deu-lhes o poder de espalhar a mensagem de que ele tenha ressuscitado ao mundo todo.
Fala sobre a paixão de Cristo, sua morte e sua ressurreição. Disse-lhe Jesus, Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Jesus morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, aparecendo ao seu povo, e os dizendo que eles tem o poder de espalhar a mensagem de que ele tenha ressuscitado

Catequizanda Ingrid


Na minha visão, o texto dos Discípulos de Emaús mostra dois dos discípulos de Jesus que "abandonam" o projeto, dando as "costas" para Jerusalém (onde Jesus havia sido julgado e onde iniciava a implantação do Reino de Deus na Terra.

No caminho, os discípulos encontram o próprio Jesus ressuscitado, que passa a acompanha-los e a discutir com eles sobre os fatos que levaram Jesus a ser morto e porque ele deveria sofrer, morrer e como iria ressuscitar no terceiro dia.

Os discípulos não haviam entendido o projeto. No momento da partilha do pão (Eucaristia)  eles reconhecem o próprio Cristo (façam isso em memória de Mim). Mesmo Jesus desaparecendo para eles, perceberam que não podiam rejeitar tudo o que o Mestre lhes havia ensinado e voltam para Jerusalém, onde os Apóstolos estavam reunidos. Saíram para Jerusalém mesmo à noite, quando não se viajava, e foram correndo, para chegar o mais cedo possível!

Ao chegarem, abraçando o projeto do Mestre, recebem, junto com os Apóstolos a visita do próprio Cristo!

Mensagem do Povo de Deus 22/06/2019

Nesta semana, o folheto o Povo de Deus, em sua mensagem, nos oferece a exortação de Sua Santidade o Papa Francisco.
O questionamento, oferecido pelas leituras dominicais, vem nos colocar a proposta de quem é Jesus?
Os apóstolos são os primeiros a serem questionados pelo próprio Mestre... e esse questionamento continua na nossa sociedade.

Corpus Christi

Estamos publicando a mensagem do folheto Povo de Deus para a reflexão de todos.

domingo, 16 de junho de 2019

Missa de Catequese 16-06-2019

No domingo de 16/09/2019, na celebração da Festa da Santíssima Trindade, durante a Missa das 10:00 horas da manhã,celebrada pelo Pároco Padre Anísio Hilário tivemos a contação de Estória criada pela Professora Lourdes "A Abelhas do Bem". 


A estória leva em conta as três leituras dominicais. A Estória esta abaixo, com as imagens apresentadas em forma de cartazes (os textos em itálico são comentários que ligam-se aos textos bíblicos):



As Operárias do Bem:

Numa grande colmeia vivem milhares e milhares de abelhas. Elas são seres tão pequenos, quase invisíveis, e nós não damos a menor importância a elas.

Na Colmeia Vale Verde, abelhas viviam harmoniosamente…

Cada milhares com suas funções específicas e sem conflitos. A Colmeia recebeu esse nome, “Vale Verde” por que era uma região com um Ecossistema riquíssimo.



Um certo dia, um grande incêndio atingiu o nosso vale. A colmeia foi consumida pelo fogo. Foi uma terrível perda para o ecossistema do Vale Verde.

Da Colmeia restaram apenas três abelhas… a Mel, o Zum e o Bido. Elas haviam saído cedo para o reconhecimento de plantações de onde retirariam o polem em abundância para a Colmeia. Sorte delas e nossa também.






As três abelhas conversavam entre elas:

Mel Disse:
– O que faremos agora, amigas, para sobreviver?

Zum parou, pensou e respondeu:
– Mel, primeiro precisamos procurar um lugar seguro para descansarmos.

Bido emendou:
– Realmente, nossa viagem foi bem longa. Concordo com você. O descanso nos ajudará até para ver o que devemos fazer agora.

Encontraram um bom lugar onde puderam passar a noite. Logo ao amanhecer saíram em busca de um novo lar.

Bido disse as companheiras:
– Por que não vamos viver lá nos altos montes, de onde acabamos de voltar?

Mel e Zum ouviram e suspiraram. Zum continuou calado, pensativo… mas Mel resolveu falar:
– Olhem amigas, acredito que devemos voltar aos altos montes sim, mas não para lá vivermos…

Este trecho liga-se a Carta de São Paulo aos Romanos, colocando que as dificuldades, tribulações podem levar ao desabrochar de uma nova virtude!

Zum, admirado, perguntou a Bel:
– E o que faremos ao votar lá?

Bido entrou na conversa dizendo:
– Eu sei! Me Escolhe! Me Escolhe! Para buscar polem… diz que sim!

Mel Respondeu:
– Bom Garoto! Isso mesmo… Nota 10, Hein!

Zum perguntou:
– Fazer o que com o polem? Trazê-lo para cá, se nada restou, a não ser um monte de cinzas?

Mel respondeu:
– Enquanto vocês ainda dormiam, sai por ai. Voei sobre o local do Vale Verde e verifiquei que nem tudo foi devorado pelo fogo, ainda existe vida… e a possibilidade dela se multiplicar, para isso basta fazermos o nosso trabalho… a polinização. E a mãe natureza se encarregará do resto.

Este texto liga-se diretamente ao texto de Provérbios, pois o autor fala da construção do mundo (existência antes da criação). A abelhas “brincam” trabalhando na reconstrução do Vale.

Zum e Bido disseram juntas:
– Amiga, não é impossível só três abelhas para tão grande tarefa?

Mel Respondeu sorrindo:
– Somos operárias… vamos tentar e veremos o resultado.

Bido, meio zonza com a empreitada falou:
– Isso! Isso! Isso!

As três concordaram e saíram voando. E Mel, Zum e Bido logo voltaram trazendo o pó da vida, o polem.

Claro que não tão rápido, mas o resultado foi surgindo, uma folha aqui, outra ali… e as plantações foram se recuperando.

Este trecho remonta ao Evangelho, pois o Senhor glorifica e é glorificado pela própria natureza.


Todo o Ecossistema se recuperou pela força da natureza, sempre tão generosa e também três pequenas abelhas que conseguiram encontrar outras semelhantes e juntas formaram uma nova colmeia.

Ops, uma observação importante…

Imaginem vocês, o incêndio foi provocado por uma bituca de cigarro!

Foi a ação nociva do homem, que quase acabou com a existência por completo de várias vidas e suas espécies.

Moral da Estória:
É a sabedoria de Deus que torna possível nossa existência e sobrevivência.
Ele fez cada um com seus dons e esses fazem toda a diferença. A vida é um presente de Deus, cuidemos dela!

Criação de Estória:
Professora Lourdes Lobo
Versão atual: 02/06/2019
Base: Leituras da missa de 19/06/2019
Pr 8,22-31; Rm 5,1-5; Jo 16,12-15




segunda-feira, 10 de junho de 2019

Missa de Pentecostes - 09-06-2019

No dia 09/06/2019 a missa solene de Pentecostes teve lugar na Matriz da Paróquia Santa Maria Madalena, com a participação dos catequizandos que entraram vestindo "coroas" com a representação do fogo, uma lembrança da Teofania reportada na Primeira Leitura (At 2, 1-11). Nesta celebração, onde o Evangelista Lucas lembra que a Boa Nova já se espalhava pelos territórios conhecidos, todos tinham o direito de ouvir, em sua língua natal, a Palavra de Deus.

Essa Boa Nova e o envio do Espírito Santo, nos reporta a responsabilidade de colocar nossos dons a serviço, como Paulo bem nos alerta na segunda leitura (I Cor  12, 3-12 - parcial).

E por fim, no Evangelho, o próprio Senhor Jesus nos lembra que mesmo fechados, com medo, somos invocados a assumir nossas responsabilidades e nos colocar a serviço de todos.

Os discípulos estavam fechados em casa, conforme o Evangelho (Jo 20, 19-23), mesmo assim, o Senhor adentra nela, como adentra nos nossos corações para dar a eles a força e a capacidade de responder aos novos desafios!

Esses desafios são o convite da nossa comunidade, de forma especial, à catequese!