sábado, 18 de dezembro de 2021

O Filho Pródigo

 Este vídeo apresenta uma versão contada na forma de fábula sobre a Parábola do Filho Pródigo. Mostra a estória criada pela Professora Lourdes Lobo, com desenhos e narração do Professor Zacarias. 

Essa parábola coloca a coelha Lili!



terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Celebração de Santa Luzia

 Nesta segunda-feira, dia 14/12/2021, foi celebrada na comunidade Santo Oscar Romero e Santa Luzia a Missa Solene em memória de Santa Luzia, coroando o Trido realizado em homenagem a Santa Luzia, celebrada pelo Padre José Carlos que se tornou um ícone das nossas comunidades, com seu carisma único. 

A Comunidade ficou cheia, respeitando sempre os protocolos de higienização e proteção contra a pandemia de COVID, como o uso das máscaras, álcool em gel, medição de temperatura. 

Santa Luzia é aclamada como sendo a Santa Protetora da visão, pois foi martirizada pelo noivo que lhe arrancou os olhos. O seu nome vem do Latim e significa "Portadora da Luz", sendo invocada quando se pensa nos olhos, pois eles são considerados "a janela da Alma". Nascida em Siracusa, na Itália, no final do século III (quando a Igreja Católica estava nascendo), de acordo com o que se sabe, de família rica e recebeu uma ótima formação cristã. Ela teria realizado um voto perpetuo de Castidade, mas com a morte do pai, ela soube que a mãe, que se chamava Eutícia queria que ela se casasse com um jovem pagão de família importante. 

Ela pediu um prazo para pensar, mas com a mãe gravemente doente, propôs que fossem em romaria ao túmulo de Santa Águeda, em Catânia, onde, se a mãe fosse curada, confirmaria a vontade de Deus para que ela não se casasse. Milagrosamente, a mãe foi curada e Santa Luzia voltou a Siracusa com a certeza da vontade e do aceite de Deus de seu voto.

Ela vendeu tudo e distribuiu aos pobres sendo acusada pelo jovem que a queria. Ela não aceitou oferecer sacrifício aos deuses pagãos e nem quebrar o seu voto. Enfrentou as autoridades perseguidoras. O prefeito da cidade de Pascásio tentou levar à desonra a moça, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Nem mesmo juntas de bois foram capazes de a levar, tanto que Santa Luzia as vezes é mostrada com os bois.

Ela foi morta, por decapitação (a espada) no ano de 303, mas antes de sua morte teriam lhe arrancado os olhos. Não se tem confirmação desse fato, mas Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou tendo Jesus como Luz do Mundo até as últimas consequências, testemunhando, diante dos acusadores, "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".

(Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/santa-luzia-protetora-dos-olhos/ consultado em 14/12/2021)

Vista da comunidade

Vista da Comunidade

Ministros da Eucaristia

Vista da Comunidade

Padre José Carlos

Padre José Carlos e Cantores ao fundo

Fonte das fotos: Comunidade Santo Oscar Romero e Santa Luzia


sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Nossa Senhora Aparecida

 Nestes dias, que celebramos a festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a catequista Jéssica, da comunidade Nossa Senhora Aparecida, conhecida como Aparecidinha, uma comunidade que compõem a Paróquia Santa Maria Madalena, chamada como comunidade de base. Mostra a importância da fé e da organização da sociedade.



segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Sacrificio de Isaac

A Saga de Abraão é citada no livro de Gêneses.

Abraão, que teve o seu nome alterado de Abrão para Abraão, isso por que Deus pediu para ele e não exigiu, que saísse de sua terra e do meio de seus parentes para um lugar prometido. Abraão saiu de Ur, na região da Mesopotâmia, que significa “entre rios”, região do crescente fértil, onde hoje está o país do Iraque entre os rios Tigre e Eufrates) e atende ao pedido do Senhor, indo para onde ele indicar. Ele não vai sozinho, leva consigo parentes, bens, animais, etc. O seu povo, nessa época era nômade, ou seja, não tinha terra ou local fixo, a exemplo dos índios brasileiros. Exploravam o território onde estavam e depois iam embora. Comumente faziam seus acampamentos próximos a rios, poços ou nascentes que poderiam fornecer água para o acampamento, comida (peixes) e água para a agricultura de subsistência.

Quando Deus chama a Abraão, lhe ofereceu uma aliança. Para um povo nômade como o de Abraão, a descendência era algo muito importante, pois dependiam dos filhos e netos para cuidar de tudo, desde a plantação até a defesa “militar” da vila ou povoado onde viviam. Assim, Abraão recebe uma promessa de Deus, oferecendo a ele algo que desejava muito. Abraão é considerado como o Povo Judeu (ou mais precisamente Israelita), mas a história bíblica vai nos mostrar três pontos importantes sobre ele, o primeiro é que nunca colocou Deus em dúvida. Foi para o Egito, de onde sai, com medo, embora passe por várias situações de guerra somente se envolveu em uma questão bélica para socorrer o sobrinho Ló, e por fim, tendo somente um filho com Saara, sua esposa (ele tinha outros filhos com empregadas e concubinas – comportamento típico da época) não titubeou quando Deus lhe pediu o seu único filho (Isaac, filho dele com Saara) em sacrifício. Mas por outro lado, dispensou (mandou embora) o seu outro filho com a Ama Hagar, ama de sua esposa Saara, e que esta ofereceu a ele em seu lugar por considerar que não poderia ter mais filhos em decorrência da idade. Esse filho Deus também reconheceu e protegeu. Embora os judeus (israelitas) o coloquem em segundo plano, também foi assistido por Deus que fez dele um grande povo, os Ismaelitas, que são os chamados povos árabes (predominantemente muçulmanos), assim, Abraão é considerado o Pai das três religiões monoteístas (Judeus, Cristãos e Muçulmanos). Podemos dizer, inclusive, que da mesma maneira que Deus fez uma aliança com Abraão, Ele deseja fazer conosco também, bastando que aceitemos essa Aliança e a coloquemos em prática.

A missão que Abraão recebe de Deus é uma missão de formar um grande Povo. E ele, por sua vez, confiou em Deus a ponto de deixar tudo e partir, respondendo ao chamado com gestos concretos, e quando Deus lhe pediu o sacrifício de seu único filho, Isaac, Abraão não titubeou, levou o seu filho para ser sacrificado a Javé. Esse texto lembra que muitos povos antigos tinham o costume de sacrificar crianças aos deuses (inclusive os povos pré-colombianos [que vivam na América Latina antes da vinda dos espanhóis] como os Incas e Maias, que ocorria muitos séculos depois dos fatos relatados pelo livro do Gênese [+/- 1800 a.C]). O povo que mais tarde formaria a nação Israelita costumava oferecer sacrifícios de crianças ao deus Maloc. Assim sendo, quando o Senhor trocou o sacrifício de Holocausto da criança, pelo sacrifício do cordeiro quebrou o elo de crueldade e maldade. Mais tarde, o Cordeiro de Deus, é tomado em sacrifício, e esse Cordeiro é Cristo, que troca o cordeiro (animal) pela Eucaristia.

Assim como Abraão confiou em Deus vamos através de nossos atos concretos de serviços e Amor levar o nosso próximo também a confiar Nele e devemos agradecer a Deus a existência de pessoas justas e boas que lutam pelos oprimidos hoje consideramos excluídos, e devemos Louvá-Lo pela oportunidade que temos de ir ao encontro das pessoas de nossos irmãos, lembrando que os santos e santas, que ofereceram suas vidas pelo amor de Jesus e de Deus são exemplos a serem seguidos.

Abraão, o homem obediente o qual ouviu o chamado de deus, deixou sua terra e tudo o que tinha, seguiu para onde lhe foi indicado, teve seu nome alterado de Abrão para Abraão. deus lhe prometeu uma grande descendência, como as estrelas e as areias da praia.

deus fez uma aliança com Abraão, tanto que lhe deu um filho na velhice de sua esposa sara, e o chamou de Isaac (que significa aquele que ri).

Diferente de Adão e Eva, que não foram capazes de seguir a ordem de Javé, Deus, Abraão foi obediente, a ponto de não negar seu único filho á Deus, oferecendo ele para ser sacrificado. Imagine o sofrimento de Abraão a caminho do sacrifício de seu filho, nós em nossa pequenez seríamos capazes de obedecer Deus a este ponto?

Começa que se Deus falasse conosco, como fazia com Abraão, não suportaríamos… precisamos estar sempre unidos á Deus em oração e perseverar para não desviarmos de nossa missão, pois, a messe é grande nos faltam operários, obedientes como Abraão.

Foi realizada uma proposta, com crianças da catequese, para montar um cartaz com os personagens montados em dobradura. 






Vídeo para realizar os personagens: 



sábado, 29 de maio de 2021

Santíssima Trindade

Este Vídeo mostra o encontro sobre a Santíssima Trindade, apresentada pelos catequistas Lourdes e Zacarias, com a introdução sobre A Santíssima Trindade em uma conversa entre catequizanda e catequista elaborada em forma de Estória em Quadrinho e a explicação do tema com uso de Avatares. 
Apresentação Taty e Lila
#SMMadalena #Catequese #MadalenaKids #Santìssima_Trindade #PSMM

 

Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Nono Dia:

 Nono dia da Novena de Pentecostes (último dia).


Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Oitavo Dia:

Oitavo dia da Novena do Espírito Santo (Pentecostes)



Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Sétimo Dia:

 Novena sétimo dia:



Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Sexto Dia:


Sexto Dia:

Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Quinto Dia:

 Quinto Dia:



Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Quarto Dia:

 Quarto Dia:



Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Terceiro Dia

 Terceiro Dia.



Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Segundo dia

 Segundo Dia


Novena do Espírito Santo - Pentecostes - Primeiro Dia

 Primeiro Dia: 


Santíssima Trindade


A Santíssima Trindade é composta pelas três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, mas não são três deuses, é UM único Deus. É considerado como um dos mais importantes Dogmas ou verdades da Igreja.

O Espírito Santo nos dá força e coragem para aceitar e viver o projeto de Jesus. Lembra quando os discípulos estavam fechados em casa, com medo dos judeus? Jesus chegou, entrou na casa e soprou sobre eles o Espírito Santo, mudando a forma que eles encaravam tudo e todos e passaram a enfrentar a situação de frente, pois ficaram cheios da Graça do Senhor!

O Pai não é visto por nenhum ser humano, exceto por aquele que o conheceu antes de tudo, ou seja Jesus. Nós podemos sentir a Sua presença através das suas manifestações, como a Sarça Ardente, em que Deus anuncia a Moisés o inicio da sua missão. Lembra também a brisa suave que tocou o rosto do Profeta Elias, no monte Carmelo, onde ele encontra-se com Deus. Podemos nos lembrar também das manifestações do Senhor, dos raios e trovões que brandiam enquanto o povo fugia do Egito ou quando estavam cercando os povos durante as batalhas pela conquista de Israel, ou quando Moisés recebeu os mandamentos da Lei, no monte Sinai ou Horebe. Na maior parte das vezes, Deus se manifesta através dos seus mensageiros, os Anjos e Arcanjos, a exemplo, aquele que impede Abraão de levantar a espada ou faca contra o próprio filho, que seria imoládo para atender a um pedido de Deus. Sendo que na verdade o Senhor apenas queria ver se Abraão lhe era fiel.

Outra oportunidade que temos os mensageiros do Senhor é quando Maria recebe o anúncio da sua gravidez, realizada pelo Arcanjo Gabriel, que anuncia o nascimento do Filho de Deus e por ser filho de Deus é consubstancial ao Pai. Os anjos também vem em socorro de Jesus, no deserto, após enfrentar as tentações. Mas Deus se manifesta através do Espírito Santo diretamente a Jesus, entre outros momentos, após o Batismo de Jesus, realizado por João Batista.

Esse mistério de um só Deus, dividido em três pessoas, independentes e unidas ao mesmo tempo, e presentes desde o início dos tempos, como pode ser visto no livro do Gêneses, “Façamos o Homem a nossa imagem e semelhança”.

Jesus anuncia a todos a existência das três pessoas, o Pai, Ele mesmo e o Paracleto, o Espírito Santo. Assim, a Santíssima Trindade não é algo constituído pela Igreja, mas anunciado por Jesus. Podemos dizer que a Oração da Santíssima Trindade é o Creio, pelo qual professamos a nossa fé e a nossa Igreja. A primeira fórmula que reconhece a Santíssima Trindade é a do II Concilio de Constantinopla, reforçando que a substância dos três é a mesma. Nos concílios de Toledo, no ano de 675 e no Concílio de Latrão, no ano de 1215 coloca que os três são da mesma substância e da essência e natureza divina.

O Papa Dâmaso coloca que Deus é único mas não solitário, pois Pai, Filho e o Espírito Santo não são nomes mas formas do divino e não são um, nas três.

Pelo concílio de Florença já no ano de 1442, se coloca que por conta da unidade todos são inteiros, ou seja, o Pai no Filho, o Filho no Pai e o Espírito Santo em ambos.

São Gregório Narizeno, que viveu no século IV já defendia as três pessoas em uma e a sua unidade, pois desde o primeiro Catecismo, a Didaqué já pedia que o batizado fosse realizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, de preferência com água corrente, se não fosse possível, com água quente e que seja derramado sobre a cabeça do catecúmeno por três vezes água.

No período em que a Igreja ficou como sendo uma seita, perseguida por Roma, diversos Santos defenderam a Santíssima Trindade. Entre esses santos, temos São Clemente de Roma, Papa do ano 96, que defendia que temos um Deus, um Cristo e um Espírito de Graça e que Deus vive, o Senhor e o Espírito Santo.

Santo Inácio o Bispo de Antioquia, do ano 107 (que foi martirizado em Roma) que cada fiel é uma pedra do Templo, elevada pelo guindaste de Jesus que é a sua cruz e o Espírito Santo é a sua corda.. São Justino, no ano de 151 escreveu ao imperador Romano, Antônio Pio que os fiéis foram batizados para a recuperação com água da mesma forma que os outros, com a formula entregue pelos apóstolos, pelo Pai, Filho e Espírito Santo.

São Policarpo, discípulo de São João e que foi martirizado no ano 156, louvou ao Senhor nosso Deus, Deus da verdade, bendizendo ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

Teófilo de Antioquia, no ano 181, lembrou que os três dias que antecedem a criação dos luzeiros são símbolos da trindade, Deus que é Pai; do Verbo que é o Filho e da sabedoria que é o Espírito Santo. Teófilo de Antioquia, no ano 181, lembrou que os três dias que antecedem a criação dos Luzeiros são símbolo da trindade Deus que é Pai, do Verbo que é o Filho e da Sabedoria que é o Espírito Santo.

Santo Irineu de Lião, no ano de 189 colocou que todo Cristão, espelhado pelo mundo todo, tem Deus Criador, seu único Filho, Jesus Cristo e o Espírito Santo anunciado já pelos profetas no Antigo Testamento.

Tertuliano, que foi um escritor Romano Cristão do ano 210, já pregava a fórmula mostrada no final do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus, onde é pregada a ordem: “Ide pelo mundo, ensinai a todos e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

O concílio de Niceia, ocorrido em 325 já pregava confirmou a Santíssima Trindade com o Creio, que nós chamamos de Creio Longo.

Podemos concluir que a Santíssima Trindade é o ministério de Amor, da perfeita comunhão do Pai. A Santíssima Trindade é uma união consubstancial, entre Pai, Filho e Espírito Santo e a exemplo dos seres humanos, Deus não é solitário e sim Comunitário.

A Palavra Trindade é latina e significa três, sendo utilizada pela primeira vez por Teófilo de Antioquia, por volta do ano 170 e o Catecismo da Igreja Católica – CIC exprime a sua fé trinitária.

A base da trindade é a Bíblica que mostra Deus Uno, que se apresenta ao povo já no Antigo Testamento, e se manifesta como sendo Uno e Eterno, surgido antes de todos os tempos. No Novo Testamento o Senhor é aclamado diversas vezes como sendo o Deus único, que nos ofereceu o seu Filho, Jesus e Ele escolheu os evangelistas que nos apresentam o Espírito Santo, mostrando como Ele se manifesta de maneiras diferentes, mas todas em cumprimento das promessas de Jesus.




Assim, nós temos na nossa manifestação de fé, sobre a Santíssima Trindade o Sinal da Cruz e o nosso Creio que representa as nossas promessas Batismais! E nós, que Cremos em Jesus Cristo, no Pai e no Espírito Santo, devemos estar sempre prontos a abrir o coração!

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Assunção de Jesus

 O vídeo do Madalena Kids apresenta a Assunção de Jesus Cristo, ocorrida, de acordo com Lucas, 40 dias após a ressurreição do Mestre!



segunda-feira, 17 de maio de 2021

Nossa Senhora de Fátima

 No dia 13/05 celebramos o dia de Nossa Senhora de Fátima. Foi nesse dia no ano de 1917 que a Mãe de Jesus apareceu para três pastores portugueses, Lucia dos Santos a época com dez anos, Francisco Marto na época com 8 anos e Jacinta Marto com sete anos. A Pastoral da Catequese, neste ano, apresentou no Madalena Kids esse tema tão valioso, Nossa Senhora de Fátima. 


 

domingo, 2 de maio de 2021

Reflexão dos textos At 15,7-21; Jo 15,9-11

 Estes textos (At 15,7-21; Jo 15,9-11), nos convidam a refletir sobre a verdadeira forma de viver a fé. O Livro dos Atos nos mostra o Concílio de Jerusalém, convocado para ver a quem e de que forma a fé em Jesus deveria ser levada. Os Discípulos e os Apóstolos ponderaram que para alcançarmos a verdade precisamos colocar as ideias a todos, mostrando que a discussão é um caminho para a construção de novos conhecimentos e chegarmos a verdade.

Cada pessoa que foi batizada em nome de Jesus, é convidado a oferecer a Boa Nova a todos, pois devemos anunciá-la para todos, pois felizes os que conseguem ouvir a Boa Nova e a pôr em prática, pois o Espírito Santo é ofertado apenas pelo Pai que nos oferece, a todos, sem distinção.

Assim, quando recebemos um novo membro na comunidade, não podemos criar dificuldades para aceitá-lo, pois é pela fé que alcançamos a salvação. Quando estamos na Igreja, devemos lembar que Jesus veio para todos os povos, sem distinção e o Senhor realiza maravilhas. Assim, Jesus construiu um povo novo, mostrando que o anúncio de que todos são de Deus vem desde o AT.

A Igreja é a porta para encontrar ao Pai, por intermédio do Filho pois é pelo amor ao Pai que encontramos a Salvação e devemos aceitar de bom grado todo aquele que assume Jesus como o Senhor, orientando os novos convertidos a aquilo que é oferecido pela fé pois a Palavra deve habitar nosso coração e cultivar o amor que Jesus nos oferece.

De fato, não podemos esquecer que para amar a Jesus precisamos antes amar ao próximo e dessa forma sempre viver a fé na nossa vida, pois quem vive em Jesus, vive na felicidade do Pai.

Madalena Kids - A Parábola dos Trabalhadores da Vinha

 Nesta semana, a Catequese explorou a Parábola do Semeador (Mt 20, 1-16), lembrando as relações sociais entre empregadores e empregados e entre os Homens e Deus.



quinta-feira, 29 de abril de 2021

Madalena Kids - O Evangelista São Marcos

Este vídeo, mostra um breve relato sobre quem foi o Evangelista Marcos. Mostra alguns dos pontos relacionados a Tradição, oriunda desde o século I a III da nossa era. 



Aula 12 - Curso sobre o Evangelho de Mateus (Capítulo 11)

 Neste vídeo, vamos ter um breve estudo sobre o capítulo 11 do Evangelho de Jesus Cristo, segundo o Evangelista São Mateus. 



domingo, 18 de abril de 2021

Aula 11 - Evangelho de Mateus

 Nesta nossa aula, vamos ver as ações de Jesus Cristo mostrando a proposta de uma nova sociedade, não mais baseada no poder Romano ou Religioso baseado nos Doutores da Lei e nos Sacerdotes. Alem disso mostra o testemunho, o medo e os conflitos. 



sexta-feira, 16 de abril de 2021

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Visão das leituras de 08-04-2021 (At 3, 11-26; Lc 24, 35-48)


Assim, aquele que acredita em Jesus é capaz de se curar, tanto física quanto mentalmente. A nossa fé é capaz de mudar a nossa vida, e Jesus morreu para que nós tenhamos vida e vida em abundância.

Mas para podermos encontrar o perdão de Deus, é preciso antes de tudo encontrar no amor e no arrependimento, mas Jesus nos oferece a chance para que todos possam ser salvos.

As leituras (At 3,11-26; Lc 24,35-48) versão, antes de tudo, sobre a manifestação do Amor de Deus, todos que a buscam encontrar, nós somos instrumentos do amor de Deus, embora muitos não conseguam reconhecer ao Senhor Jesus como sendo o verdadeiro Filho de Deus.

Assim, não conseguimos entender o projeto de Deus, pois muitas vezes nos deixamos levar pelas aparências, pois todas vezes que recusamos a mensagem do Pai, escolhemos a morte e não a vida, assim, quem escolhe ou aceita crer em Jesus escolhe a vida, e deve ser capaz de levar a vida a todos.

Mas também não podemos esquecer que o Senhor sempre se comunicou por meio dos profestas, e para muitos judeus, Jesus é a manifestação de Moisés, mas quem não escuta a Jesus está condenado a morte eterna, lembrando que todos os profetas sempre anunciaram a Jesus.

Da mesma forma que todo o povo judeu é descendente de Abraão, todos nos tornamos filhos de Deus por meio das alianças realizadas firmadas, as quais os Homens rompem e Deus recupera o povo por meio de Jesus. E nós somos todos convidados a nos tornarmos servos de Deus.

Mesmo assim, muitos rejeitam o projeto de Deus, mas acabam reconhecendo Jesus na partilha do pão. Entretanto, Jesus sempre nos saúda com a paz, embora muitos se assustaram com a presença do Senhor, nós muitas vezes nos assustamos com a presença de Jesus, mesmo Ele sempre se mostrando abertamente a todos, mas é difícil aceitar a presença de Jesus que sempre foi sempre foi 100% Homem e 100% Deus, mas o anúncio do Evangelho é para todos!

Aula 10 - Evangelho de Mateus - Capítulo 9

 Aqui, vamos mostrar um breve estudo sobre o Capítulo 9 do evangelho de Mateus. 



Aula 9 do Evangelho de Mateus

 Meus queridos amigos e amigas, segue aqui o nosso encontro de número 9, versando o capítulo 8 do Evangelho de Mateus. 



domingo, 4 de abril de 2021

Páscoa


 No dia 03/04/2021, iniciou-se a grande celebração da Pascoa. Observamos o Círio Pascal entrar "morto", apagado, e durante a abertura da celebração, ele é aceso, mostrando que Cristo Ressucitou!

O convite a reflexão... como nos preparamos e como vamos viver mais este ano? Fechamos 2020 com a Pandemia da COVID-19... iniciamos 2021 também com uma piora da situação!

Assim, neste momento de dor, precisamos nos juntar, mesmo que a distância, para levar a Boa Nova do Senhor a todas as Famílias!

Que nós tenhamos a sabedoria de reconhecer, no irmão mais necessitado, o rosto de Cristo, nosso Senhor, realizarmos realmente a vivência pascal.

Feliz Páscoa para todos!

sábado, 3 de abril de 2021

Aula 8 - Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus (Capítulo 7)

 Este vídeo mostra uma reflexão sobre o capítulo 7 do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Mateus. 



Madalena Kids - Partes da Celebração

 Neste vídeo, vamos ver alguns pontos da celebração da Santa Missa. Como errata, gostaria de lembrar que embora no vídeo apareça como uma celebração de 2020, trata-se do inicio de 2021 (II Domingo do Tempo Comum), lembrando que o ano litúrgico inicia-se no primeiro domingo do Advento, quatro semanas antes do Natal!



quarta-feira, 31 de março de 2021

Partes da Missa:

Neste encontro, vamos explorar um pouco da Celebração Eucarística e da Celebração da Palavra no rito litúrgico da nossa Igreja.

Em primeiro lugar, precisamos entender a diferença entre Celebração Eucarística e a Celebração da Palavra. Essa diferença é muito simples. Ela tem como centro da Celebração. No caso da Celebração Eucarística é o Rito da Consagração, quando o Sacerdote (apenas o sacerdote pode consagrar) consagra o Pão e o Vinho, para transformar no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor!

Quanto a Celebração da Palavra, o centro da celebração vai para a Liturgia da Palavra. Na prática ambas tem o mesmo efeito, cumprir o preceito celebrativo do fiel de participar da Santa Missa!

O rito, por assim se dizer, é o mesmo. A forma da Celebração da Palavra e da Liturgia Eucarística, quando na celebração dominical segue a mesma fórmula. A Celebração da Palavra, dependendo da situação poderá ser realizada com fórmulas mais livres, quando não se tem a entrega da Eucaristia.

Vamos, neste breve trabalho, explorar a fórmula tradicional da liturgia. Essa celebração é dividida em quatro grandes partes, Ritos de Entrada ou Ritos Iniciais; Liturgia da Palavra; Liturgia Eucarística e Ritos Finais.

A Celebração Litúrgica inicia-se com o comentário inicial. Esse comentário nos mostra o “caminho” por se assim dizer, o assunto tratado pelas leituras ou pela festa que se está celebrando. Esse comentário pode ser realizado por um leitor ou alguém da equipe de liturgia, por exemplo, da equipe do Canto (animação). Após a leitura, vamos dar início com o Canto Inicial. Nesse ponto, podemos ter ou não a procissão de entrada, mas é realizada a entrada formal do celebrante (presbítero quando é celebração Eucarística). Tradicionalmente se faz a entrada com o grupo de liturgia: Cerimoniários, coroinhas (auxiliares) leitores, ministros da Eucaristia, diáconos e o celebrante.

Ainda dentro dessa fase da celebração, o Presidente da Celebração vai invocar a Santíssima Trindade, no rito chamado de Saudação e em seguida vamos passar para o Ato Penitencial. O Ato Penitencial, como o nome fala, é um pedido de perdão. Essa ação, também chamada de Kýrie ou Kýrie Eléison, que significa vem do grego (Κύριε ελέησον) e é traduzido como sendo Senhor, Tende piedade, que de acordo com os pesquisadores o seu uso litúrgico remonta ao século IV, já na comunidade de Jerusalém e no século V no Rito Romano como prece de pedido de perdão. O uso dessa expressão é utilizada por vários seguimentos cristãos, entre eles o Católico, o Ortodoxo, o Luterano e o Anglicano. O seu uso iniciou-se no chamado Rito Tridentino, que foi utilizado entre até o ano de 1969, pois obedecia o Decreto Sacrosancti Concillii Tridentini Restitutum, baseado nas decisões do concílio de Trento que ocorreu entre 13 de dezembro de 1545 a 4 de dezembro de 1593, sendo o 19º Concílio Ecumênico da Igreja Católica, convocado pelo Papa Paulo III, em resposta, entre outros pontos, a Reforma da Igreja Católica para enfrentar o Cisma liderado por Matinho Lutero e suas 95 teses, no período chamado historicamente de Reforma e Contra Reforma. Esse concílio foi o responsável pela unificação da liturgia Católica. Esse modelo ficou em vigor até a publicação do Decreto Sacrosantum Concilio publicado no Concilio do Vaticano II (que foi iniciado em dezembro de 1961 e terminou em dezembro de 1965), e o Papa Bento XVI (atual Papa Emérito) autorizou o uso da liturgia Tridentina em celebrações sem a presença do povo, chamadas de Motu Proprio Summorum Pontificum. O rito também pode ser usado em paróquias onde houver pessoas fixas interessadas em participar dessa liturgia, lembrando que a celebração é realizada em Latim com o presbítero virado de costas para a nave. Hoje, temos duas formas oficiais de liturgia oficial, a Ordinária ou Normal (promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969) e a revisada pelo Papa João Paulo II (em 1975 e em 2002). Muitas vezes nós usamos a fórmula do Kýrie Eléison em canções com pedido de perdão. A fórmula original, a exemplo da utilizada hoje, usa a repetição por três vezes da oração “Senhor Tende piedade de nós”, seja em língua vernácula seja em latim.

Todo o Rito inicial tem o objetivo de unir o povo em torno da fé, da Igreja e da liturgia, por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Esse ato é para nos preparar para celebrar a Comunhão, participar da partilha e da consagração da Eucaristia. Recomenda-se ao fiel para que participe de toda a celebração Eucarística, mas de forma mais marcante, o fiel que não participa do Ato Penitencial não deve receber a Eucaristia, pois ele não pediu perdão por suas faltas ou falhas, lembrando ainda que temos dois grandes tipos de pecado, o pessoal, quando eu causo ou sou culpado pela falta e o social, quando aceito as falhas da sociedade e não faço nada para mudar.

O pedido de perdão passa, pela fórmula tradicional, pelo pedir perdão ao Pai (Senhor, tende piedade de nós) e a Jesus Cristo (Cristo tende piedade de nós). As orações podem ser substituídas por uma música que deve ter o mesmo intuito, nos fazer pensar nos nossos pecados. Ao proferir o perdão, o Celebrante vai se incluir nesse pedido de perdão.

Após pedir perdão, vamos glorificar a Jesus e a Deus pela realização do Glória. O Glória somente não deve ser invocado em duas ocasiões, durante o Advento e durante a Quaresma. No Advento esperamos a chegada do Senhor e na Quaresma nós estamos nos preparando para o momento do sacrifício de Jesus e da sua ressurreição. O grande Glória vai ser entoado na celebração do Sábado Santo. É um hino muito antigo e venerável que a Igreja reunida no Espírito Santo glorifica e súplica a Deus e seu Cordeiro (Jesus Cristo). Não pode ser substituído por outro canto e deve ser iniciado pelo sacerdote ou por um cantor e acompanhado por toda a Assembleia. Quando não se canta, deve ser recitado, de preferência por todos ou em grupos.

Após o Glória, vamos ter a Oração da Coleta. Por que esse nome? É uma oração que se colhe todos os pedidos da Celebração, convidando a comunidade a participar dela. As orações inicia-se sempre com o silêncio. O presidente convida com o pedido: OREMOS, em seguida fica em silêncio. Depois é proclamada a oração da coleta que ocorre apenas uma vez por celebração. A oração é normalmente dirigida ao Pai, por Cristo no Espírito Santo, terminando sempre na forma trinitária.

Com essa oração, encerramos a primeira parte da celebração.

A segunda parte é a Liturgia da Palavra, que tem como centro as leituras da Palavra de Deus. Primeiro vamos falar sobre quais são as leituras. Durante a semana, salvo celebrações específicas ou especiais, temos duas leituras diretas e o Salmo Responsorial. As leituras semanais são: Primeira Leitura em geral é do Antigo Testamento. Pode ser também do Apocalipse ou dos Atos dos Apóstolos. O salmo, em geral, é retirado do livro dos Salmos. O terceiro texto é dos evangelhos.

A celebração dominical é composta de 4 textos bíblicos diretos. A primeira Leitura é do Antigo Testamento, ligada em geral diretamente ao Evangelho, mas pode ser dos Atos dos Apóstolos ou do livro do Apocalipse. O salmo, como na celebração da semana, é normalmente retirado do livro dos Salmos. A segunda leitura é em geral, uma carta, especialmente as cartas de Paulo, mas podem ser de Pedro, João, Thiago, etc. Os evangelhos seguem a ordem anual, ano A Mateus; ano B Marcos e ano C Lucas. O evangelho de João é lido principalmente nas festas. O salmo pode ser lido (recitado) ou cantado. Além do Salmo ainda cantamos a Aclamação ao Santo Evangelho. No caso da liturgia da Palavra (onde não temos a consagração) esse é o centro da celebração. O celebrante pode salmodiar as leituras, do texto e do Evangelho. As leituras devem ser bem realizadas, como se diz, proclamadas e dar entendimento ao conteúdo. Recomendamos ainda que os leitores tenham ciência dos conteúdos, estudem as leituras e seus contextos. Não devemos substituir os textos bíblicos por outros textos quaisquer, isso inclui o Salmo responsorial.

Após a leitura temos a homilia. Na homilia o presidente da celebração faz o comentário sobre as leituras e a sua atualização. Não deve e não pode ser confundido com Sermão. O sermão é uma ferramenta teológica, que pode versar sobre um texto ou conjunto de textos.

Em seguida, vamos ter a Profissão de Fé. A profissão de fé é composta, tradicionalmente por uma das duas formas de Creio. O Creio curto é o Símbolos dos Apóstolos e o creio longo é o Símbolo Niceno Constantinopolitano. Ambos tem como meta a renovação das nossas promessas batismais.

Depois temos a chamada tradicionalmente de Oração dos Fieis, que também recebe o nome de Oração Universal. Elas podem ser elaboradas levando em conta a realidade das comunidades associada ao tema da liturgia. Nas leituras é Deus que fala ao povo, após ser alimentado pela misericórdia do Senhor, elevamos a Ele as nossas preces, pela Igreja e pela salvação do mundo.

A Liturgia da Palavra deve ser respeitada e ouvida em silêncio, de maneira a favorecer a meditação, não devendo ser realizada de maneira apressada, para que o Espírito Santo possa atingir a todos que estão na assembleia. As orações dos fiéis, normalmente segue a seguinte ordem: Pelas necessidades da Igreja; Pelas autoridades civis e pela salvação do mundo; por aqueles que sofrem dificuldades; Pela comunidade local. Em celebrações especiais as intenções podem assumir as circunstâncias.

Essas orações são, de alguma forma, nossa resposta e pedido a Deus. As orações podem ser realizadas pelo Celebrante, por um diácono, um ministro leitor ou um leigo. O povo deve, em pé, fazer suas essas orações.

Com as orações encerra-se a Liturgia da Palavra e se dá incio a Liturgia Eucarística.

A Liturgia Eucarística é a celebração a memória de Jesus Cristo pedida na última Ceia, quando ele constitui esse sacramento.

A Liturgia Eucarística inicia-se com a apresentação das ofertas. Esse momento poderá ser realizado com uma procissão, onde ofertamos nossos frutos, trabalho, objetos, objetos litúrgicos, etc. No altar são colocados os objetos e paramentos para que seja realizada a consagração, entre eles o Corporal (pano onde é depositado o cálice e as ambulas), o cálice onde será realizada a consagração e as ambulas consagradas ou que serão consagradas. O padre realiza orações de dedicação, chamadas orações secretas (pois não são realizadas em voz alta) e os fiéis podem oferecer seus dons para a Igreja ou para as obras sociais que serão recolhidas por pessoas da equipe e colocadas em local conveniente, mas fora da mesa da consagração (altar), onde teremos apenas os objetos litúrgicos acompanhados do Missal Romano. Após dispor os objetos sobre o altar, o celebrante (presbítero) lava as mãos em sentido de purificação. Após o sacerdote lavar as mãos, convida a assembleia a realizar uma oração sobre as oferendas.

Feito isso, entramos no momento central da Celebração Eucarística, a Consagração. Vamos ter a Oração Eucarística. Ela é uma oração de Ação de Graças e de consagração, onde o sacerdote convida ao povo para elevar os corações ao Senhor. A Oração Eucarística tem várias fórmulas, todas elas buscando ligar o fiel ao Senhor.

Os pontos chaves da Oração Eucarística são os seguintes:

1 – Ação de Graças onde todo o povo glorifica ao Senhor.

2 – Aclamação que é quando toda a Assembleia reunida canta ou proclama o Santo.

3 – Epiclese é uma invocação especial implorando que pelo Espírito Santo os nossos dons sejam consagrados e se convertam no Corpo e Sangue de Jesus Cristo e que a partícula, transformada em Hóstia opere a salvação de todos os que vão recebê-la.

4 – Narração da constituição da Eucaristia. Lembra a última ceia narrada nos evangelhos, em especial em Lc 22, onde Jesus tomou o Pão e o Vinho e os transformou em seu corpo e seu sangue para ser compartilhado com todos os Homens, lembrando que entregou aos Apóstolos e depois a cada um de nós para perpetuar essa ação (Façam isso em memória de mim).

5 – Fazer memória de obediência a esse mandato que recebemos do Senhor e devemos sempre nos lembrar Dele, sua Paixão, Morte e principalmente a Sua Ressurreição.

6 – Oblação, elevando o memorial a Igreja e a cada um que se reúne para celebrar a Eucaristia, oferecendo a Deus Pai, pelo Espírito Santo a Hóstia imaculada, mas não podemos apenas oferecer a Hóstia, mas nos tornemos a verdadeira oferta a Jesus Cristo.

7 – Interseções, pois a Eucaristia é celebrada em comunhão com toda a Igreja em todo o mundo, no Céu e na Terra e que a oblação é realizada por todos os fiéis, vivos e defuntos, convidando todos a participar da redenção adquirida pelo sacrifício de Jesus Cristo.

8 – Doxologia final que exprime a glória de Deus e a confirmação é dada pelo povo no seu Amem!

Após termos nos oferecido com Cristo (Por Cristo, por Cristo e em Cristo…) nós vamos realizar a oração que o próprio Cristo nos ensinou, o Pai Nosso. Em seguida, temos o Rito da Paz, onde pedimos a Paz de Cristo para todo o mundo e oferecemos a nossa vontade de cultivar a paz. A forma de se desejar a paz pode variar de uma comunidade para outra.

O Presbítero parte o pão eucarístico e o eleva para que o povo possa ver, lembrando que todo o povo é um só, através da comunhão em Cristo! O sacerdote pega uma pequena parte a coloca junto ao vinho, dentro do cálice.

Então o sacerdote eleva o corpo de Cristo sobre a Pátena ou em cima do Cálice e convida a todos para que participem do banquete!

Quando o presidente da celebração comunga, inicia-se o cântico da comunhão. A comunhão será oferecida a todos os fiéis aptos a recebê-la. Após recebermos a Eucaristia, vamos então a Oração Após a Comunhão, rito pré-definido que nos implora os frutos do mistério celebrado.

Ai entramos nos ritos finais. É a parte mais simples de toda a celebração. São apresentados os avisos da comunidade, saudação e benção do sacerdote (na nossa comunidade costuma-se antes da benção rezar uma Ave Maria) e reverencia com beijo no altar pelo Sacerdote e pelo Diácono (se houver), e uma reverencia de todos os participantes do rito de liturgia. Em seguida, eles saem e glorificam a Jesus pela liturgia celebrada, enquanto o povo acompanha o canto final. A celebração está terminada quando termina o canto final.

Bibliografia:

VVAA, Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO

VVAA, Secretariado Nacional de Liturgia, INTRODUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – SINOPSE


domingo, 28 de março de 2021

Partes da Celebração Eucarística - Rito da Missa.

 


Partes da Missa:

Neste encontro, vamos explorar um pouco da Celebração Eucarística e da Celebração da Palavra no rito litúrgico da nossa Igreja.
Em primeiro lugar, precisamos entender a diferença entre Celebração Eucarística e a Celebração da Palavra. Essa diferença é muito simples. Ela tem como centro da Celebração. No caso da Celebração Eucarística é o Rito da Consagração, quando o Sacerdote (apenas o sacerdote pode consagrar) consagra o Pão e o Vinho, para transformar no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor!

Quanto a Celebração da Palavra, o centro da celebração vai para a Liturgia da Palavra. Na prática ambas tem o mesmo efeito, cumprir o preceito celebrativo do fiel de participar da Santa Missa!

O rito, por assim se dizer, é o mesmo. A forma da Celebração da Palavra e da Liturgia Eucarística, quando na celebração dominical segue a mesma fórmula. A Celebração da Palavra, dependendo da situação poderá ser realizada com fórmulas mais livres, quando não se tem a entrega da Eucaristia.

Vamos, neste breve trabalho, explorar a fórmula tradicional da liturgia. Essa celebração é dividida em quatro grandes partes, Ritos de Entrada ou Ritos Iniciais; Liturgia da Palavra; Liturgia Eucarística e Ritos Finais.

A Celebração Litúrgica inicia-se com o comentário inicial. Esse comentário nos mostra o “caminho” por se assim dizer, o assunto tratado pelas leituras ou pela festa que se está celebrando. Esse comentário pode ser realizado por um leitor ou alguém da equipe de liturgia, por exemplo, da equipe do Canto (animação). Após a leitura, vamos dar início com o Canto Inicial. Nesse ponto, podemos ter ou não a procissão de entrada, mas é realizada a entrada formal do celebrante (presbítero quando é celebração Eucarística). Tradicionalmente se faz a entrada com o grupo de liturgia: Cerimoniários, coroinhas (auxiliares) leitores, ministros da Eucaristia, diáconos e o celebrante.

Ainda dentro dessa fase da celebração, o Presidente da Celebração vai invocar a Santíssima Trindade, no rito chamado de Saudação e em seguida vamos passar para o Ato Penitencial. O Ato Penitencial, como o nome fala, é um pedido de perdão. Essa ação, também chamada de Kýrie ou Kýrie Eléison, que significa vem do grego (Κύριε ελέησον) e é traduzido como sendo Senhor, Tende piedade, que de acordo com os pesquisadores o seu uso litúrgico remonta ao século IV, já na comunidade de Jerusalém e no século V no Rito Romano como prece de pedido de perdão. O uso dessa expressão é utilizada por vários seguimentos cristãos, entre eles o Católico, o Ortodoxo, o Luterano e o Anglicano. O seu uso iniciou-se no chamado Rito Tridentino, que foi utilizado entre até o ano de 1969, pois obedecia o Decreto Sacrosancti Concillii Tridentini Restitutum, baseado nas decisões do concílio de Trento que ocorreu entre 13 de dezembro de 1545 a 4 de dezembro de 1593, sendo o 19º Concílio Ecumênico da Igreja Católica, convocado pelo Papa Paulo III, em resposta, entre outros pontos, a Reforma da Igreja Católica para enfrentar o Cisma liderado por Matinho Lutero e suas 95 teses, no período chamado historicamente de Reforma e Contra Reforma. Esse concílio foi o responsável pela unificação da liturgia Católica. Esse modelo ficou em vigor até a publicação do Decreto Sacrosantum Concilio publicado no Concilio do Vaticano II (que foi iniciado em dezembro de 1961 e terminou em dezembro de 1965), e o Papa Bento XVI (atual Papa Emérito) autorizou o uso da liturgia Tridentina em celebrações sem a presença do povo, chamadas de Motu Proprio Summorum Pontificum. O rito também pode ser usado em paróquias onde houver pessoas fixas interessadas em participar dessa liturgia, lembrando que a celebração é realizada em Latim com o presbítero virado de costas para a nave. Hoje, temos duas formas oficiais de liturgia oficial, a Ordinária ou Normal (promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969) e a revisada pelo Papa João Paulo II (em 1975 e em 2002). Muitas vezes nós usamos a fórmula do Kýrie Eléison em canções com pedido de perdão. A fórmula original, a exemplo da utilizada hoje, usa a repetição por três vezes da oração “Senhor Tende piedade de nós”, seja em língua vernácula seja em latim.

Todo o Rito inicial tem o objetivo de unir o povo em torno da fé, da Igreja e da liturgia, por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Esse ato é para nos preparar para celebrar a Comunhão, participar da partilha e da consagração da Eucaristia. Recomenda-se ao fiel para que participe de toda a celebração Eucarística, mas de forma mais marcante, o fiel que não participa do Ato Penitencial não deve receber a Eucaristia, pois ele não pediu perdão por suas faltas ou falhas, lembrando ainda que temos dois grandes tipos de pecado, o pessoal, quando eu causo ou sou culpado pela falta e o social, quando aceito as falhas da sociedade e não faço nada para mudar.

O pedido de perdão passa, pela fórmula tradicional, pelo pedir perdão ao Pai (Senhor, tende piedade de nós) e a Jesus Cristo (Cristo tende piedade de nós). As orações podem ser substituídas por uma música que deve ter o mesmo intuito, nos fazer pensar nos nossos pecados. Ao proferir o perdão, o Celebrante vai se incluir nesse pedido de perdão.

Após pedir perdão, vamos glorificar a Jesus e a Deus pela realização do Glória. O Glória somente não deve ser invocado em duas ocasiões, durante o Advento e durante a Quaresma. No Advento esperamos a chegada do Senhor e na Quaresma nós estamos nos preparando para o momento do sacrifício de Jesus e da sua ressurreição. O grande Glória vai ser entoado na celebração do Sábado Santo. É um hino muito antigo e venerável que a Igreja reunida no Espírito Santo glorifica e súplica a Deus e seu Cordeiro (Jesus Cristo). Não pode ser substituído por outro canto e deve ser iniciado pelo sacerdote ou por um cantor e acompanhado por toda a Assembleia. Quando não se canta, deve ser recitado, de preferência por todos ou em grupos.

Após o Glória, vamos ter a Oração da Coleta. Por que esse nome? É uma oração que se colhe todos os pedidos da Celebração, convidando a comunidade a participar dela. As orações inicia-se sempre com o silêncio. O presidente convida com o pedido: OREMOS, em seguida fica em silêncio. Depois é proclamada a oração da coleta que ocorre apenas uma vez por celebração. A oração é normalmente dirigida ao Pai, por Cristo no Espírito Santo, terminando sempre na forma trinitária.

Com essa oração, encerramos a primeira parte da celebração.

A segunda parte é a Liturgia da Palavra, que tem como centro as leituras da Palavra de Deus. Primeiro vamos falar sobre quais são as leituras. Durante a semana, salvo celebrações específicas ou especiais, temos duas leituras diretas e o Salmo Responsorial. As leituras semanais são: Primeira Leitura em geral é do Antigo Testamento. Pode ser também do Apocalipse ou dos Atos dos Apóstolos. O salmo, em geral, é retirado do livro dos Salmos. O terceiro texto é dos evangelhos.

A celebração dominical é composta de 4 textos bíblicos diretos. A primeira Leitura é do Antigo Testamento, ligada em geral diretamente ao Evangelho, mas pode ser dos Atos dos Apóstolos ou do livro do Apocalipse. O salmo, como na celebração da semana, é normalmente retirado do livro dos Salmos. A segunda leitura é em geral, uma carta, especialmente as cartas de Paulo, mas podem ser de Pedro, João, Thiago, etc. Os evangelhos seguem a ordem anual, ano A Mateus; ano B Marcos e ano C Lucas. O evangelho de João é lido principalmente nas festas. O salmo pode ser lido (recitado) ou cantado. Além do Salmo ainda cantamos a Aclamação ao Santo Evangelho. No caso da liturgia da Palavra (onde não temos a consagração) esse é o centro da celebração. O celebrante pode salmodiar as leituras, do texto e do Evangelho. As leituras devem ser bem realizadas, como se diz, proclamadas e dar entendimento ao conteúdo. Recomendamos ainda que os leitores tenham ciência dos conteúdos, estudem as leituras e seus contextos. Não devemos substituir os textos bíblicos por outros textos quaisquer, isso inclui o Salmo responsorial.

Após a leitura temos a homilia. Na homilia o presidente da celebração faz o comentário sobre as leituras e a sua atualização. Não deve e não pode ser confundido com Sermão. O sermão é uma ferramenta teológica, que pode versar sobre um texto ou conjunto de textos.

Em seguida, vamos ter a Profissão de Fé. A profissão de fé é composta, tradicionalmente por uma das duas formas de Creio. O Creio curto é o Simbolo dos Apóstolos e o creio longo é o Simbolo Niceno Constantinopolitano. Ambos tem como meta a renovação das nossas promessas batismais.

Depois temos a chamada tradicionalmente de Oração dos Fieis, que também recebe o nome de Oração Universal. Elas podem ser elaboradas levando em conta a realidade das comunidades associada ao tema da liturgia. Nas leituras é Deus que fala ao povo, após ser alimentado pela misericórdia do Senhor, elevamos a Ele as nossas preces, pela Igreja e pela salvação do mundo.

A Liturgia da Palavra deve ser respeitada e ouvida em silêncio, de maneira a favorecer a meditação, não devendo ser realizada de maneira apressada, para que o Espírito Santo possa atingir a todos que estão na assembleia. As orações dos fiéis, normalmente segue a seguinte ordem: Pelas necessidades da Igreja; Pelas autoridades civis e pela salvação do mundo; por aqueles que sofrem dificuldades; Pela comunidade local. Em celebrações especiais as intenções podem assumir as circunstâncias.

Essas orações são, de alguma forma, nossa resposta e pedido a Deus. As orações podem ser realizadas pelo Celebrante, por um diácono, um ministro leitor ou um leigo. O povo deve, em pé, fazer suas essas orações.

Com as orações encerra-se a Liturgia da Palavra e se dá incio a Liturgia Eucarística.

A Liturgia Eucarística é a celebração a memória de Jesus Cristo pedida na última Ceia, quando ele constitui esse sacramento.

A Liturgia Eucarística inicia-se com a apresentação das ofertas. Esse momento poderá ser realizado com uma procissão, onde ofertamos nossos frutos, trabalho, objetos, objetos litúrgicos, etc. No altar são colocados os objetos e paramentos para que seja realizada a consagração, entre eles o Corporal (pano onde é depositado o cálice e as ambulas), o cálice onde será realizada a consagração e as âmbulas consagradas ou que serão consagradas. O padre realiza orações de dedicação, chamadas orações secretas (pois não são realizadas em voz alta) e os fiéis podem oferecer seus dons para a Igreja ou para as obras sociais que serão recolhidas por pessoas da equipe e colocadas em local conveniente, mas fora da mesa da consagração (altar), onde teremos apenas os objetos litúrgicos acompanhados do Missal Romano. Após dispor os objetos sobre o altar, o celebrante (presbítero) lava as mãos em sentido de purificação. Após o sacerdote lavar as mãos, convida a assembleia a realizar uma oração sobre as oferendas.

Feito isso, entramos no momento central da Celebração Eucarística, a Consagração. Vamos ter a Oração Eucarística. Ela é uma oração de Ação de Graças e de consagração, onde o sacerdote convida ao povo para elevar os corações ao Senhor. A Oração Eucarística tem várias fórmulas, todas elas buscando ligar o fiel ao Senhor.

Os pontos chaves da Oração Eucarística são os seguintes:

1 – Ação de Graças onde todo o povo glorifica ao Senhor.

2 – Aclamação que é quando toda a Assembleia reunida canta ou proclama o Santo.

3 – Epiclese é uma invocação especial implorando que pelo Espírito Santo os nossos dons sejam consagrados e se convertam no Corpo e Sangue de Jesus Cristo e que a partícula, transformada em Hóstia opere a salvação de todos os que vão recebê-la.

4 – Narração da constituição da Eucaristia. Lembra a última ceia narrada nos evangelhos, em especial em Lc 22, onde Jesus tomou o Pão e o Vinho e os transformou em seu corpo e seu sangue para ser compartilhado com todos os Homens, lembrando que entregou aos Apóstolos e depois a cada um de nós para perpetuar essa ação (Façam isso em memória de mim).

5 – Fazer memória de obediência a esse mandato que recebemos do Senhor e devemos sempre nos lembrar Dele, sua Paixão, Morte e principalmente a Sua Ressurreição.

6 – Oblação, elevando o memorial a Igreja e a cada um que se reúne para celebrar a Eucaristia, oferecendo a Deus Pai, pelo Espírito Santo a Hóstia imaculada, mas não podemos apenas oferecer a Hóstia, mas nos tornemos a verdadeira oferta a Jesus Cristo.

7 – Interseções, pois a Eucaristia é celebrada em comunhão com toda a Igreja em todo o mundo, no Céu e na Terra e que a oblação é realizada por todos os fiéis, vivos e defuntos, convidando todos a participar da redenção adquirida pelo sacrifício de Jesus Cristo.

8 – Doxologia final que exprime a glória de Deus e a confirmação é dada pelo povo no seu Amem!

Após termos nos oferecido com Cristo (Por Cristo, por Cristo e em Cristo…) nós vamos realizar a oração que o próprio Cristo nos ensinou, o Pai Nosso. Em seguida, temos o Rito da Paz, onde pedimos a Paz de Cristo para todo o mundo e oferecemos a nossa vontade de cultivar a paz. A forma de se desejar a paz pode variar de uma comunidade para outra.

O Presbítero parte o pão eucarístico e o eleva para que o povo possa ver, lembrando que todo o povo é um só, através da comunhão em Cristo! O sacerdote pega uma pequena parte a coloca junto ao vinho, dentro do cálice.

Então o sacerdote eleva o corpo de Cristo sobre a Pátena ou em cima do Cálice e convida a todos para que participem do banquete!

Quando o presidente da celebração comunga, inicia-se o cântico da comunhão. A comunhão será oferecida a todos os fiéis aptos a recebê-la. Após recebermos a Eucaristia, vamos então a Oração Após a Comunhão, rito pré-definido que nos implora os frutos do mistério celebrado.

Ai entramos nos ritos finais. É a parte mais simples de toda a celebração. São apresentados os avisos da comunidade, saudação e benção do sacerdote (na nossa comunidade costuma-se antes da benção rezar uma Ave Maria) e reverencia com beijo no altar pelo Sacerdote e pelo Diácono (se houver), e uma reverencia de todos os participantes do rito de liturgia. Em seguida, eles saem e glorificam a Jesus pela liturgia celebrada, enquanto o povo acompanha o canto final. A celebração está terminada quando termina o canto final.

Bibliografia:

VVAA, Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO

VVAA, Secretariado Nacional de Liturgia, INTRODUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – SINOPSE