A Comunidade Santa Maria Madalena, convida a todos para prestigiarem a apresentação do Auto de Natal do Grupo e Teatro Emanuel, que será apresentada na comunidade localizada à Rua Primavera de Caiena, 43 Parque Santa Madalena, no próximo sábado, dia 14/12/2019 às 18:00 horas.
A entrada é FRANCA, mas eles pedem um quilo de alimento não perecível para reverter aos Vicentinos da Paróquia.
No dia 08/12/2019, com a participação das turmas de catequese e crisma juvenil, a Comunidade Santa Maria Madalena apresentou na celebração das 10:00 horas um "Presépio Vivo", conhecido como "Auto de Natal".
Foram mais de 30 catequizandos entre José, Maria, os Três Reis Magos, Pastores e animais (crianças com máscaras de ovelhas, burro e vaca).
Nesta data, a celebração Eucarística nos convida a refletir sobre a Ressurreição dos Mortos, e como Jesus foi colocado contra a parede, para justificar a fé de determinados grupos políticos e religiosos. As leituras, mostram que a fé é capaz de suportar os desafios dos mais diversos. Entretanto, não podemos nos deixar levar por situações simplicistas. Todos devem estar prontos para estudar e pensar, afinal, Deus é vida, e não esta preocupado com a morte, mas sim com a vida.
A celebração do dia 03/11 foi celebrada em memória de todos os Santos, tanto aqueles que constam da lista oficial (Canon) como dos considerados Santos Populares, ou seja, reconhecidos pelo povo em geral, mas que não tiveram o processo canônico, muitas vezes, nem iniciado.
As leituras de hoje, versam sobre os Batizados, fazendo memória daqueles que lavaram e alvejaram as roupas no sangue do cordeiro (Cf. primeira Leitura - Ap 7,2-4.9-14), e falando da carta de São João (Cf. segunda Leitura - 1Jo 3,1-3) lembrando que pelo Amor de Deus, nos tornamos santos (ou devemos nos tornar santos). E por fim, o Evangelho nos trás o início do Sermão da Montanha (Cf, Evangelho - Mt 5,1-12a), que nos mostra o caminho para alcançar a santidade!
Segue abaixo, o comentário publicado no Semanário O Povo de Deus, da Arquidiocese de São Paulo.
No dia 2 de novembro, a Igreja Católica faz memória de todos os Fieis Finados (mortos), pedindo a Deus, na pessoa de Jesus Cristo, que interceda por todos, em perdão dos pecados! Nessa missa especial, é feita memória dos nossos parentes, amigos, conhecidos e desconhecidos que já descansam na Paz de Cristo, o Bom Pastor!
Segue abaixo a mensagem da Arquidiocese de São Paulo, publicada no periódico Povo de Deus.
Neste mês de agosto, A catequese Paroquial, resolveu trazer a tona uma técnica pedagógica muitas vezes esquecida, a interpretação de músicas. Tomando uma música Tema, no caso do CD Natal das Crianças 2000 (música Quando criei você), publicado pela Paulus em 1999, adaptou a música para trazer uma emocionante interpretação dos jovens do Crisma Juvenil e da Pré-Catequese Paroquial, mostrando uma situação de risco social!
O vídeo lembra como é difícil pensar no irmão, como nós ignoramos nossas mais nobres motivações e principalmente, lembrando a cada um de nós que ser cristão é ter a vocação à ajudar!
O que marca as leituras de domingo, dia 28/07/2019?
Peça e lhe será dado!
O texto nos mostra uma mudança interessante. Já na primeira leitura (Gn 18, 20-32), Abraão "contesta" o Senhor... Se houverem 50 justos... Ele esta questionando Deus em relação a possível existência de pessoas justas nas cidades de Gomorra e Sodoma.
Durante todo o Antigo Testamento, o Senhor é tido como um Deus Justo mas que não poupa esforços e nem a força para "educar" o povo. Autoriza e destrói quem não cumpre a Lei ou a vontade do Senhor. Entretanto, nesse episódio, Abraão questiona o Senhor sobre a ação que será tomada contra as cidades, corrompidas pelo pecado. Ele sabia que seu parente, Ló (sobrinho de Abraão) estava na cidade de Sodoma, e ele era justo.
Abraão pensou na justiça, que Deus não poderia matar um justo se quer para destruir a cidade e acabar com o pecado. Assim realiza o pedido ao Senhor que preserve os justos... se preciso for, preservando até a cidade... O Senhor atende ao pedido dele.
Na segunda leitura, o trecho da carta de São Paulo aos Colossenses, Paulo faz uma critica direta aos novos convertidos. Na minha visão, Paulo critica a exigência da circuncisão dos cristãos para serem aceitos. Lembra a comunidade dos Colossenses que somente depois de aceitarem o Batismo e a vida que vem de Nosso Senhor Jesus Cristo, se ofereceram para cumprir o preceito judaico da circuncisão, assim, "estavam mortos" por conta de seus pecados, mas viveram por conta do Batismo e da aceitação de Jesus Cristo, quando então, foram circuncidados.
A conta dos pecados foi paga... não pela circuncisão mas pela morte de cruz a qual Jesus Cristo se submeteu, e não exigiu o "pagamento legal" da antiga aliança!
Por fim, o Evangelho (Lc 11, 1-13) nos convida a repensar a forma que construímos as nossas preces. Um discípulo pede a Jesus que lhe ensinem a rezar. Ato comum entre os mestres e discípulos. Jesus lhes apresenta o Pai Nosso... e vai alem, lembra que a principal ferramenta da vida é o perdão. Mas também lembra que muitas vezes precisamos ser insistentes a fim de alcançar um objetivo.
Assim, Jesus nos mostra que mesmo ao observarmos as nossas maldades, nossas falhas, jamais iriamos atentar contra nossa própria prole... "Se um filho lhe pedir um peixe, lhe entregará uma cobra?" (Cf. Lc 11,11), pois é, Deus também é nosso Pai, e se nós pedirmos, nos será dado... como vamos pedir? Pela ação e pelo reconhecimento da caridade que oferecemos ao nosso irmão!
Por fim, deixo aqui o resumo dominical oferecido pelo folheto POVO DE DEUS EM SÃO PAULO, que traz uma reflexão do Catecismo da Igreja Católica (CIC).
Neste domingo, dia 21/07/2019 tivemos dois crismandos (catequizandos) participando da Liturgia. Lucas (oração dos Fieis) e Ingrid (primeira leitura) participaram da Liturgia da Palavra na Santa Missa celebrada pelo Padre Anísio Hilário, na Paróquia Santa Maria Madalena.
Nessa missa da Catequese, tivemos a entrega das vestes aos Coroinhas (posse), em seu ministério para prestar serviços litúrgicos a comunidade.
Neste domingo, tivemos também a nossa estória (Sábios Ouvidos) que foi narrada pela Professora Lourdes Lobo.
Aqui, temos também os vídeos da imposição das vestes aos coroinhas e da contação de Estórias.
A imposição das vestes podem ser vistas no vídeo abaixo:
A estória abaixo é baseada nos textos da missa Católica do dia 21/07/2019, tomando como base as leituras: Primeira Leitura Gn 18,1-10a; Segunda Leitura Cl 1,24-28; e Evangelho Lc 10,38-42.
Desde que o mundo é mundo, os
saberes, culturas, história era tudo passado de geração em
geração, de pai para filho, de boca em boca.
Depois
vieram os registros através de desenhos (rupestres), a seguir
símbolos a escrita, etc…
Tudo
isso para ilustrar a importância da escrita.
“Sábios
Ouvidos”.
Marie era uma gatinha muito
dedicada a sua profissão, era educadora.
Trabalhava
numa escola na periferia da cidade de Gatolândia.
Em
cada sala da escola eram cerca de 25 gatinhos e gatinhas, com muita
energia e cada um com sua bagagem pessoal, de experiências
familiares e também vários problemas.
Marie se preocupava e logo no
início do ano letivo já na primeira reunião de pais,
questionava-os.
-
Gostaria de saber quais são suas expectativas e anseios sobre este
ano que se inicia?
Atentamente
ouvia as respostas das famílias. Uns diziam;
-
Quero que meu filho aprenda.
Outro:
-
Quero que minha filha faça vários amigos.
E
assim se seguia a reunião. Marie anotava tudo!
Na sala de aula, após a
avaliação diagnóstica fazia o mesmo com seus alunos.
Questionava-os
quais eram as atividades que apreciavam.
Um
ou outro falava no grupão, mas a Marie se preocupava em sentar com
aquele caladinho, tristonho…
Juba, era um gatinho bem
introvertido. Marie fazia de tudo para que ele falasse, se soltasse.
E
vejam só, foi através de um desenho que Marie descobriu qual era o
problema de Juba.
Ele
fez um desenho onde havia uma casa e sua família. Dentro da casa
estavam ele, sua mãe e sua irmã. Fora da casa ele desenhou o pai.
Marie
pegou o seu desenho, olhou e pediu que Juba explicasse a cena.
Juba
explicou que seu pai não morava com eles, ou seja, seus pais eram
separados, disse chorando.
“-
Papai sempre lia para mim dormir… desde que saiu de casa mal
consigo pegar no sono!”
E
como ele haviam vários outros.
Marie,
promovia atividades lúdicas, onde seus alunos interagiam e aprendiam
brincando! Ela não se prendia a papéis, como sulfite, cadernos,
cartolinas, etc.
Na mesma escola a professora Eli,
corria de um lado para o outro levava trabalho para a casa e imprima
atividades, seus alunos nunca ficavam parados. A faixa etária deles
era a mesma da professora Marie. Aplicava atividades bem elaboradas,
de português, matemática, ciências, etc.
Mas
Eli não parava para ouvir os gatinhos, seus alunos. Sua turma sempre
tão agitada… e ela não compreendia o por que.
Foi pedir ajuda a Fany, a
coordenadora pedagógica. Começou o diálogo assim:
-
Fany, não entendo, pesquiso, faço várias formações, me atualizo,
exponho os trabalhos da minha turma pela escola, é um sucesso… mas
o comportamento deles vai de mau a pior.
Fany
disse a Eli:
-
Concordo contigo, os trabalhos são lindos, aqueles de folclore, 25
sacizinhos iguais… por acaso, somos todos iguais? Sera que estas
atividades estão sendo significantes para a sua turminha?
Eli
respondeu com outra pergunta:
-
Ora como vou saber o que eles gostam?
Fany
respondeu surpresa:
-
Você já parou durante as aulas e buscou fazer um levantamento sobre
o que seus alunos gostam?
Eli
respondeu:
-
Fany, minha prática sempre foi baseada num bom planejamento, mas
nunca levei em consideração o desejo da turma!
Fany
completou sua fala sobre a escuta:
-
Veja, Eli, a turma da Prô Marie era tida como a pior da escola,
porem ela se preocupa em parar e ouvir seus alunos, o resultado é
positivo, claro que a longo prazo, mas funciona!
Eli
fala assustada:
-
Se eu parar para ouvir aqueles miados acho que irão me devorar…
Fany completa:
-
A atividade em papéis é muito importante, mas a escuta orienta o
nosso planejamento, pois nos dará um norte para atingir nosso
público-alvo.
Logo foi agendada uma reunião
pedagógica pautada na escuta, onde as educadoras puderam trocar
experiências e rever suas práticas.
Moral
da Estória:
É
através da escuta que conseguimos entender a necessidade de cada um.
Assim fica mais pontual se colocar a serviço.
Sabendo
o que é preciso, poderei buscara melhor forma de ajudar o outro!
As leituras do próximo domingo, dia 14/07/2019, tem como centro, o Evangelho de São Lucas, que retrata a Parábola do Filho Pródigo.
A primeira Leitura, feita do livro do Deuteronômio, nos mostra um Moisés que convida o povo a entender o verdadeiro sentido da Lei, o amor de Deus por nós! E assim, como vamos cumprir a Lei?
A resposta esta no amor... Amar ao próximo como a si mesmo! Essa lei não esta fora do alcance de nós, ao contrário... nós é que somos responsáveis para descobrir e cumprir a Lei! Na segunda leitura, Paulo nos mostra que Jesus é o Primogênito no amor... amor que Ele nos deu de forma direta e incondicional e nos convida a repetir, oferecendo a todos o nosso amor! E fecha com o Bom Samaritano, alguém disposto a se oferecer de forma gratuita o amor ao próximo, sem se preocupar com as dificuldades impostas pela sociedade ou com os preceitos da religião (o Levita e o Sacerdote passaram ao largo para não se "contaminar"). Por outro lado, o Samaritano é alguém rejeitado pela sociedade judaica da época!
Abaixo o comentário do folheto "O Povo de Deus" que muitos fieis observam, acompanham a celebração mas não leem os comentários...
O convite da liturgia do dia 07/07/2019 é para que nós assumamos a Eucaristia e nos coloquemos a serviço. O Evangelho mostra Jesus enviando os seus discípulos escolhidos, 72 membros da primeira comunidade que Ele envia a todas as regiões.
Abaixo, temos o comentário do Semanário O Povo de Deus, publicado pela Arquidiocese de São Paulo.
Comentário do folheto sobre a missa solene de São Pedro e São Paulo. As leituras são muito fortes, cada uma focando em um dos mastros, pilares da Igreja!
São Pedro é lembrado quando a comunidade ora pela segurança do Apóstolo... Preso e correndo o risco de ser morto por Herodes!
Paulo escreve para Timóteo, lembrando que ele (Paulo) havia cumprido a missão mas nunca esqueceu a fé... já o evangelho nos mostra a questão, respondida por Pedro, Quem é Jesus?
Abaixo, o comentário publicado pelo semanário litúrgico o Povo de Deus, da Arquidiocese de São Paulo.
Pentecostes é uma das celebrações importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa.
O nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinquenta dias depois, ou seja, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias. Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes deu-se a partir do período grego, quando a Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra.
Atos 2
Atos 2 faz menção a Pentecostes, dizendo:
No dia de Pentecostes todos os apóstolos estavam reunidos quando um vento forte invadiu a casa onde estavam e viram “línguas de fogo”pousando sobre cada um, e cheios do Espírito Santo começaram a falar em outras línguas.
Os judeus e uma multidão se juntaram e dicaram perplexos ao ver aquilo, alguns duvidaram e zombaram da situação dizendo que os apóstolos haviam bebido muito vinho.
Em seguida Pedro foi explicar que ninguém havia bebido e falou o que realmente estava acontecendo, conforme a professia do profeta Joel, que dizia que Deus derramaria seu espírito sobre seus filhos e filhas, ele também dizia que quem encucasse o nome do senhor seria salvo.
Um dos apóstolos disse aos israelitas: “o homem que foi entregue por Deus com pré conhecimento vocês o entregaram para ser crucificado e Davi dizia que sempre via o senhor a sua frente, então nunca seria abalado.
As professias de Davi diziam que o Cristo seria ressuscitado e seu corpo não iria se decompor.
Logo ficou claro para todos que Jesus era o senhor escolhido por Deus.
No “atos 2” também diz que as pessoas precisam se arrepender de pecados e se batizarem no Espírito Santo em nome de Jesus.
Os que aceitaram Jesus foram batizados depois se dedicaram ao ensino dos apóstolos e às orações.
Todos naquele tempo viviam em comunhão, repartiam seus bens a cada um conforme a necessidade e se reuniam no tempo para louvar a Deus.
A nossa proposta, foi que os catequizandos pesquisassem e apresentassem os símbolos da Páscoa e seu sentido.
As respostas apresentadas seguem neste texto.
Brenda Rodrigues: O ovo: ele representa a vida, pois dentro de sua casca tem uma nova vida.
A cruz: que representa o sofrimento de Jesus
Ingrid:
Símbolos da Páscoa e seu sentido
Coelho da Páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova
Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.
Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.
Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa.
Círio Pascal: é uma vela acessa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressurreição de Cristo
Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).
O Domingo de Páscoa celebra a festa da vida. É nele onde são referenciadas a última Ceia (celebrada na quinta-feira Santa, durante a Missa de Lava-Pés), a prisão, julgamento, condenação, crucificação (memorizado nas celebrações da Sexta-feira Santa) e ressurreição de Cristo (Celebrado com júbilo na Vigília Pascal - no Sábado Santo) e é nele que somos convidados à nossa ressurreição.
Ou seja, a Páscoa é um período para agradecermos a Jesus pelo sacrifício e também para pensar em todos os nossos atos e renovar os votos perante a Deus para sermos cada vez melhores e dignos desse ato tão nobre para nos libertar e nos dar a vida.
Propusemos aos catequizandos da turma de Crisma de Jovens, que analisassem o texto do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Lucas, no trecho do chamado "Discípulos de Emaús (Cf. Lc 21, 13-35)". Assim, neste espaço, vamos apresentar o que foi colocado pelos catequizandos.
Discípulos de Emaús é uma das primeiras aparições de Jesus após
a ressurreição, logo após a sua crucificação e à descoberta
do túmulo vazio. Tanto o "Encontro na estrada para Emaús"
quanto o subsequente Jantar em Emaús, que relata uma refeição que
Jesus teve com os dois discípulos após o encontro na estrada…
Catequizanda Ana
O texto fala sobre uma história em que dois discípulos iam no caminho de
Emaús e falavam sobre o que tinha acontecido nos últimos tempos, em relação a morte de seu mestre, Jesus. Nessa caminhada, uma pessoa se aproxima e sem perceberem que se tratava do próprio Mestre (Cristo) percorreram o caminho. Durante esse caminho conversavam sobre todas suas passagens da Escritura que falavam a
respeito dele. Quando um dos discípulos chega a casa, convida o
homem que estava caminhando com eles a entrar por que já era tarde e a
noite vinha chegando.
Jesus então entrou na casa, sentou-se e
assim abençoou o pão e o partiu e lhe distribuiu.
Nesse momento os
discípulos reconheceram que era Jesus e que acabou desaparecendo da
frente deles. Assim voltaram para a cidade de Jerusalém e foram contar ao povo que Jesus tinha
ressuscitado e surgido para eles! Assim Jesus apareceu e deu-lhes o poder de espalhar a
mensagem de que ele tenha ressuscitado ao mundo todo. Fala sobre a paixão de Cristo, sua morte e sua ressurreição. Disse-lhe Jesus, Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Jesus morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, aparecendo ao seu povo, e os dizendo que eles tem o poder de espalhar a mensagem de que ele tenha ressuscitado
Catequizanda Ingrid
Na minha visão, o texto dos Discípulos de Emaús mostra dois dos discípulos de Jesus que "abandonam" o projeto, dando as "costas" para Jerusalém (onde Jesus havia sido julgado e onde iniciava a implantação do Reino de Deus na Terra.
No caminho, os discípulos encontram o próprio Jesus ressuscitado, que passa a acompanha-los e a discutir com eles sobre os fatos que levaram Jesus a ser morto e porque ele deveria sofrer, morrer e como iria ressuscitar no terceiro dia.
Os discípulos não haviam entendido o projeto. No momento da partilha do pão (Eucaristia) eles reconhecem o próprio Cristo (façam isso em memória de Mim). Mesmo Jesus desaparecendo para eles, perceberam que não podiam rejeitar tudo o que o Mestre lhes havia ensinado e voltam para Jerusalém, onde os Apóstolos estavam reunidos. Saíram para Jerusalém mesmo à noite, quando não se viajava, e foram correndo, para chegar o mais cedo possível!
Ao chegarem, abraçando o projeto do Mestre, recebem, junto com os Apóstolos a visita do próprio Cristo!
Nesta semana, o folheto o Povo de Deus, em sua mensagem, nos oferece a exortação de Sua Santidade o Papa Francisco.
O questionamento, oferecido pelas leituras dominicais, vem nos colocar a proposta de quem é Jesus? Os apóstolos são os primeiros a serem questionados pelo próprio Mestre... e esse questionamento continua na nossa sociedade.
No domingo de 16/09/2019, na celebração da Festa da Santíssima Trindade, durante a Missa das 10:00 horas da manhã,celebrada pelo Pároco Padre Anísio Hilário tivemos a contação de Estória criada pela Professora Lourdes "A Abelhas do Bem".
A estória leva em conta as três leituras dominicais. A Estória esta abaixo, com as imagens apresentadas em forma de cartazes (os textos em itálico são comentários que ligam-se aos textos bíblicos):
As Operárias do Bem:
Numa grande colmeia vivem milhares e milhares de abelhas. Elas são
seres tão pequenos, quase invisíveis, e nós não damos a menor
importância a elas.
Na Colmeia Vale Verde, abelhas viviam harmoniosamente…
Cada milhares com suas funções específicas e sem conflitos. A
Colmeia recebeu esse nome, “Vale Verde” por que era uma região
com um Ecossistema riquíssimo.
Um certo dia, um grande incêndio atingiu o nosso vale. A colmeia foi
consumida pelo fogo. Foi uma terrível perda para o ecossistema do
Vale Verde.
Da Colmeia restaram apenas três abelhas… a Mel, o Zum e o Bido.
Elas haviam saído cedo para o reconhecimento de plantações de onde
retirariam o polem em abundância para a Colmeia. Sorte delas e nossa
também.
As três abelhas conversavam entre elas:
Mel Disse:
– O que faremos agora, amigas, para sobreviver?
Zum parou, pensou e respondeu:
– Mel, primeiro precisamos procurar um lugar seguro para
descansarmos.
Bido emendou:
– Realmente, nossa viagem foi bem longa. Concordo com você. O
descanso nos ajudará até para ver o que devemos fazer agora.
Encontraram um bom lugar onde puderam passar a noite. Logo ao
amanhecer saíram em busca de um novo lar.
Bido disse as companheiras:
– Por que não vamos viver lá nos altos montes, de onde acabamos
de voltar?
Mel e Zum ouviram e suspiraram. Zum continuou calado, pensativo…
mas Mel resolveu falar:
– Olhem amigas, acredito que devemos voltar aos altos montes sim,
mas não para lá vivermos…
Este trecho liga-se a Carta de São Paulo aos Romanos, colocando
que as dificuldades, tribulações podem levar ao desabrochar de uma
nova virtude!
Zum, admirado, perguntou a Bel:
– E o que faremos ao votar lá?
Bido entrou na conversa dizendo:
– Eu sei! Me Escolhe! Me Escolhe! Para buscar polem… diz que sim!
Mel Respondeu:
– Bom Garoto! Isso mesmo… Nota 10, Hein!
Zum perguntou:
– Fazer o que com o polem? Trazê-lo para cá, se nada restou, a
não ser um monte de cinzas?
Mel respondeu:
– Enquanto vocês ainda dormiam, sai por ai. Voei sobre o local do
Vale Verde e verifiquei que nem tudo foi devorado pelo fogo, ainda
existe vida… e a possibilidade dela se multiplicar, para isso basta
fazermos o nosso trabalho… a polinização. E a mãe natureza se
encarregará do resto.
Este texto liga-se diretamente ao texto de Provérbios, pois o
autor fala da construção do mundo (existência antes da criação).
A abelhas “brincam” trabalhando na reconstrução do Vale.
Zum e Bido disseram juntas:
– Amiga, não é impossível só três abelhas para tão grande
tarefa?
Mel Respondeu sorrindo:
– Somos operárias… vamos tentar e veremos o resultado.
Bido, meio zonza com a empreitada falou:
– Isso! Isso! Isso!
As três concordaram e saíram voando. E Mel, Zum e Bido logo
voltaram trazendo o pó da vida, o polem.
Claro que não tão rápido, mas o resultado foi surgindo, uma folha
aqui, outra ali… e as plantações foram se recuperando.
Este trecho remonta ao Evangelho, pois o Senhor glorifica e é
glorificado pela própria natureza.
Todo o Ecossistema se recuperou pela força da natureza, sempre tão
generosa e também três pequenas abelhas que conseguiram encontrar
outras semelhantes e juntas formaram uma nova colmeia.
Ops, uma observação importante…
Imaginem vocês, o incêndio foi provocado por uma bituca de cigarro!
Foi a ação nociva do homem, que quase acabou com a existência por
completo de várias vidas e suas espécies.
Moral da Estória:
É a sabedoria de Deus que torna possível nossa existência e
sobrevivência.
Ele fez cada um com seus dons e esses fazem toda a diferença. A vida
é um presente de Deus, cuidemos dela!
No dia 09/06/2019 a missa solene de Pentecostes teve lugar na Matriz da Paróquia Santa Maria Madalena, com a participação dos catequizandos que entraram vestindo "coroas" com a representação do fogo, uma lembrança da Teofania reportada na Primeira Leitura (At 2, 1-11). Nesta celebração, onde o Evangelista Lucas lembra que a Boa Nova já se espalhava pelos territórios conhecidos, todos tinham o direito de ouvir, em sua língua natal, a Palavra de Deus.
Essa Boa Nova e o envio do Espírito Santo, nos reporta a responsabilidade de colocar nossos dons a serviço, como Paulo bem nos alerta na segunda leitura (I Cor 12, 3-12 - parcial).
E por fim, no Evangelho, o próprio Senhor Jesus nos lembra que mesmo fechados, com medo, somos invocados a assumir nossas responsabilidades e nos colocar a serviço de todos. Os discípulos estavam fechados em casa, conforme o Evangelho (Jo 20, 19-23), mesmo assim, o Senhor adentra nela, como adentra nos nossos corações para dar a eles a força e a capacidade de responder aos novos desafios!
Esses desafios são o convite da nossa comunidade, de forma especial, à catequese!
Foi realizado neste último domingo, dia 27 de maio de 2019 o nosso encontro de preparação do Batismo, voltado para pais e padrinhos de crianças que irão ser batizadas.
A equipe se dedicou para apresentar aos 42 participantes os princípios da fé católica Cristã, mostrando entre outras coisas, como e quando Jesus de Nazaré foi batizado, os principais símbolos do Batismo e para fechar esse encontro, foi contada a estória (fábula) das formigas trabalhadoras.
Por fim, partilhamos um café, com bolo, chá, chocolate quente para todos os participantes.
O Certificado de participação na formação também foi entregue e é válido por dois anos.
Esta estória foi criada pela Professora Lourdes Lobo, sobre as leituras do domingo, dia 19/05/2019.
Na Insetolândia, os insetos mais trabalhadores são as formigas!
Elas trabalham sempre pensando no amanhã e no grupo, a colônia como um todo. Todos obedecem a hierarquia as ordens e ensinamentos que vem da Formiga Rainha. Armazenavam alimentos para a época da escassez.
Um grupo de gafanhotos só sabia esbanjar… esbanjavam tudo!
Certa vez veio uma fome intensa naquela região! As formigas tinham como se manter…
Os gafanhotos começaram a passar fome! Fracos ficaram doentes e começaram a perecer.
A formiga Rainha já era idosa e sabia que não poderia ficar com seus súditos por muito tempo, mas mesmo assim não consegui ver os outros sofrendo. Assim, ao conhecer o problema, chamou um grupo de formigas e disse:
– Venham minhas amadas súditas!
As formigas de pronto, atenderam ao chamado da Rainha e se apresentavam conforme a convocação da Rainha! Flick, a mais falante foi a porta-voz (aquele que fala em nome dos outros), e logo foi dizendo:
– Estamos aqui, Majestade! Oque deseja de nós?
Ela respondeu:
– Preciso que vocês saiam por ai, verifiquem na Insetolândia quais são os bichos que estão necessitando de ajuda!
Flick, de pronto respondeu:
– Pode contar conosco, Majestade! Já estamos indo!
Ao chegarem lá, perceberam o sofrimento dos gafanhotos…
Primeiro lhes deram palavras de esperança e conforto! Flick disse a eles:
– Queridos amigos, nossa rainha nos enviou para ajudá-los, por isso precisamos que acreditem em nós e em vocês, não aceitem a derrota. Levantem as suas cabeças, e os que estiverem mais fortes que nos acompanhem!
Um dos gafanhotos, o líder deles, respondeu ao chamado de Flick dizendo:
– Olhe, nunca pensei que passaríamos por isso! Deveríamos ter sido mais prudentes, mais cuidadosos como vocês! Acredito que aprendemos a nossa lição! Podem contar com nossa ajuda!
Assim foram todos para a colônia e lá fizeram a partilha! Assim, gafanhotos e formigas voltaram levando alimentos, água e palavras de amor e esperança, tudo o que haviam aprendido com a Rainha!
Assim, os gafanhotos conseguiram sobreviver, graças à ajuda das formigas. E agradeceram dizendo numa só voz:
– Obrigado bondosas formigas! De agora em diante seguiremos seu exemplo!Tudo o que fizermos será sempre pensando no grupo como um todo! MORAL: É ajudando uns aos outros que alcançaremos o bem maior, o amor à vida!
Professora Lourdes Lobo 10/04/2019 Base Bíblica e Litúrgica: 5º Domingo da Páscoa Ano C At 14, 21b-27; Ap 21, 1-5a; Jo 13,33-33a.34-35
JUSTIFICATIVA DA ESTÓRIA PARA O TERCEIRO DOMINGO DE MAIO:
Tomando as leituras do domingo, 19-05-2019, em especial a primeira leitura (At 14, 21b-27) e o Evangelho (Jo 13,31-33a.34-35), embora também podemos ver, na estória a presença da Profecia do Apocalipse, sobre “um novo céu e uma nova Terra”. Jesus nos coloca o mandamento do amor (Cf. Jo 13,34), que vem de encontro a proposta da formiga rainha, que versa sobre seus súditos, que devem levar o amor e a caridade aos gafanhotos, que ainda não conheciam a vida em comunidade (ligada a primeira leitura – At 14,24-26). Mostra que todos estão sujeitos ao sofrimento, no caso a seca (2º cartaz), ligado também a primeira leitura. O envio dos serviçais da rainha (At 14,23) mostra que todos são responsáveis pelo desenvolvimento da comunidade (cartazes 5 e 6). Mostra finalmente, que todos podem aceitar o projeto e participar desse projeto de Deus (cartazes 7 e 8).
Propomos ainda, no final pedir que as crianças falem a frase dos gafanhotos (– Obrigado bondosas formigas! De agora em diante seguiremos seu exemplo! Tudo o que fizermos será sempre pensando no grupo como um todo!), e nesse momento, pedir aos Vicentinos que tragam parte do cesto para lembrar que a nossa comunidade também vive a realidade dessa “partilha”, como a das formigas!
Teve lugar, hoje, dia 05/05/2019, a celebração da Primeira Eucaristia de 66 jovens e crianças da nossa comunidade!
Com uma celebração especial, ocorrida às 15:00 horas, horário diverso das celebrações normais da comunidade, tivemos a igreja cheia, completamente ocupada com pais, convidados, amigos, catequistas, entre outras pessoas.
A celebração marcou todos os passos de uma celebração Eucarísticas completa, para os Catecumenos. Realizaram a confirmação das promessas batismais, e aclamaram o abraço da paz, para que fosse realizado no momento da celebração!
As leituras foram realizadas pela Catequista de Batismo e Leitura Professora Lourdes Lobo (primeira Leitura) e a nossa grande amiga Neide (segunda Leitura). A oração dos Fieis foi aclamada pela Catequista Nilzete.
O Padre Anísio acendeu a primeira vela no Círio Pascal, memorial do Cristo Ressuscitado, e depois, espalhou a Luz de Cristo entre as Catequistas e Catequizandos!
O ofertório foi realizado por catequizandos e a Coleta por crianças acompanhadas pelas mães.