Semana Santa:
A imagem mostrada aqui, é baseada na linguagem do Giz e mostra cada momento da Semana Santa. Lembrando que a nossa Igreja faz memória desse que o mais importante momento da nossa fé!
Todos
os anos celebramos a Semana Santa. Mas o que vem a ser Semana
Santa? Nessa semana, que antecede a Páscoa, fazemos a
memória da semana mais difícil da vida de Jesus! A Semana Santa
inicia-se com o dia, considerado pelos especialistas, como sendo o
dia mais feliz da vida de Jesus, o Domingo de Ramos (Cf. Jo 12,
12-15), em que Jesus é chamado de Rei e aclamado. As pessoas tomavam
seus mantos e ramos para saldar a Jesus e colocavam seus mantos sobre
o chão para que ele passasse e com os ramos saldavam-no.
A Quarta-feira Santa marca o início da preparação para a Memória do Rito da Paixão do Senhor! A primeira celebração que nos prepara para esse momento muito importante para a nossa fé, pois lembramos que Jesus é Homem e Deus (100% Homem e 100% Deus) e assim sofre, como nós, as angustias do Senhor. A nossa Igreja costuma celebrar na noite da quarta-feira a Celebração dos Santos Óleos. Essa celebração acontece depois das 18:00 horas, assim é considerada celebração já da Quinta-feira Santa. Nessa celebração o Bispo ou seu representante, vai abençoar os Santos Óleos, Óleo do Batismo, Óleo dos Enfermos e Óleo do Santo Crisma.
A
composição desses óleos é basicamente azeite de oliva. No caso do
Óleo do Santo Crisma, recebe perfume e balsamo. Faz memória das
ações envolvendo o óleo. Deus determinou que os utensílios usados
para o culto fossem consagrados, ungidos com óleo que havia sido
consagrado (Nm 7,1) e como a unção, realizadas nos reis de Israel
(Cf. Jz 9,8) e depois de todos os reis que formavam os chamados
reinos cristãos. Por esse motivo, também, somos todos consagrados
com óleo abençoado, pois somos filhos de Deus, e assim seus fiéis
servos e reis! Lembra também a ação da mulher que lavou os pés de
Jesus com suas lágrimas e enxugou com os seus cabelos, derramou
perfume sobre os pés, pedindo perdão dos seus próprios pecados
(Cf. Lc 7,44-48)
Na
Quinta-feira Santa temos um dos pontos mais altos da nossa liturgia,
a Celebração do Lava-pés;
Onde lembramos como Jesus, tomando o pão
e o vinho, deu Graças a Deus e constituiu a Eucaristia!
Antes da celebração ele tomou uma bacia, panos e água e lavou os pés de todos os seus discípulos (Cf. Jo 13,4-5) em sinal de humildade, mostrando que cada um deve ser servo do irmão.
Depois dessa ceia,
Jesus é prezo.
Na Sexta-feira Santa, também chamada de Sexta-feira da Paixão, Jesus é executado. É o único dia do ano em que não se celebra a missa. Temos uma vigília e depois a memória do sacrifício do Senhor. Jesus morreu na hora nona (os romanos contavam as horas a partir da hora 1, o amanhecer [6 horas da manhã] e iam somando uma hora até a hora 12 (18:00 horas ou seis horas da tarde) quando começava a noite. Embora Jesus tenha sido julgado depois do entardecer, isso era uma prática ilegal.
Sábado
Santo é o dia, ou melhor a madrugada em que Jesus ressuscita. É a
maior festa da nossa Igreja. Nessa festa, que ocorre na noite do
sábado, a Igreja é deixada totalmente nua, sem nenhum enfeite ou
luz. Nesse ambiente entra o Círio Pascal que é aceso em uma
cerimônia especial, em uma fogueira que é abençoada antes e o
Círio é preparado, colocando-se nele os cinco cravos que lembram as
chagas de Jesus.
Domingo de Páscoa é quando celebramos a grande festa da ressurreição e que se prorroga por 50 dias (7 semanas) até a festa de Pentecostes, que marca o início da Igreja.
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