segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O Estudo Bíblico:






1.Introdução:
Antes de iniciarmos é preciso estudar o que é que buscamos através do Estudo Bíblico. Ele deve ser um meio de estudar e descobrir o que Deus quer nos dizer por meio da Palavra, e ao mesmo tempo não permitir que usemos essa mesma Palavra para justificar a nossa idéia ou ação.
A Palavra de Deus é fonte inesgotável de sabedoria, por isso, podemos passar a vida toda estudando um único versículo, e mesmo assim não chegar a um consenso.
Assim, devemos nos aproveitar do Magistério (Tradição) da Igreja e mesmo das fontes seculares (sociedade) para ilustrar e auxiliar o nosso estudo. Dessa forma o estudo bíblico nos ajuda a compreender melhor o que Deus nos fala, permitindo que tenhamos mais facilidade na transmissão do conteúdo (Ecoar = Catequizar).
Buscando essa perfeição, devemos escolher os textos e estudá-los com todo o carinho e amor, levando em conta vários pontos, entre eles, os textos paralelos e complementares, religiosos e seculares.
O estudo bíblico não pode ficar preso e amarrado numa visão simplória e simplista[1] amarrada e congelada dentro da Igreja, mas deve ser levada a vida.
Assim a pessoa que esta sempre realizando Estudo Bíblico, como os catequistas, precisam estar constantemente se instruindo e atualizando. A escolha do texto que irá trabalhar, deve levar em conta a idade de quem irá receber a mensagem e seu contexto social, pois um texto aparentemente ótimo para determinado tema, entra em conflito com a realidade vivida pelos catequizandos[2].

2.Os textos:
2.1.                 O que buscamos nos textos?
Todas as pessoas que buscam a Palavra[3] de Deus desejam algo dela, seja conforto espiritual, seja paz de espírito. Ao buscar o Sagrado, todos os seres humanos, buscam algo especial. Mas o que o catequista deve buscar no texto bíblico? Deve buscar algo que possa ecoar[4] (levar aos outros) através de suas próprias palavras e de sua vida. A Boa Nova proclamada pelo catequista deve obrigatoriamente ser vivida em sua vida. Não adianta pregar uma coisa e na prática  viver outra (Cf. Mt 7,3-5 – Cisco no olho do irmão).
Portanto a missão da Catequese é ecoar a Palavra, não com palavras mas com ações, pois é exatamente ai que ela frutifica (Cf. Tg 2,24 – O Homem é salvo pela obras e não somente pela fé).

 
2.2.                 Gênero Literário:
Para se poder entender e viver a Boa Nova, não basta ter boa vontade e nem mesmo decorar a Palavra, virgula por virgula. É necessário entende-la. Ai entram os gêneros literários, que são as formas pelas quais os autores (pessoas como nós) escreveram a Palavra de Deus (não como a tradição muçulmana, que coloca o Anjo Gabriel ditando diretamente as Palavras de Deus no ouvido do profeta islâmico Maomé, e este ditava a sua esposa que escrevia o Al Corão[5], mas vivida no dia a dia, aproveitando as experiências humanas).
Assim temos vários tipos de linguagem ou gênero literário que figuram nas Sagradas Escrituras. Vamos “estudar” algumas dessas formas de escrita, de forma bem leve, quem se interessar por esse assunto, pode entre outros locais, encontrar informações na introdução dos livros da Bíblia.
Pentateuco: É comum encontrar quatro formas ou padrões: Javista (J) onde o nome utilizado para Deus é Javé/Jeová[6] (YHWH). Seu modo de descrever os fatos é cheio de imagens e comparações. Por exemplo Ex 19, 16-25. Elóista (E): datada do século IX a.C. e provem do reino do Norte. Essa tradição  trata o nome de DEUS como Eloim. Usa menos imagens que o Javista. O Elóista deu mais importância  ao primitivo Israel como uma comunidade Obrigada religiosa e eticamente (comportamento) pelo pacto (ou aliança) com Javé. Menos ligada à monarquia. Por exemplo: Ex 24,8. Deuteronomista (D): Século VIII a.C.. Descobre-se essa tradição em textos que recordam ao povo que ele foi escravo no Egito. O livro do Deuteronônomio começa por uma segunda narração  da lei dada por Moisés. Não confundir a tradição Deuteronomista com o livro do Deuteronômio. Nesse livro descobre-se as características dessas tradições (D). Por Exemplo Dt. 13,11. Sacerdotal (P) - Priester - data da época  do exílio - desde o Genises até Números encontramos trechos dessa tradição. Por exemplo Ex 12; 13,16 (páscoa Israelita).
Antigo Testamento:  É muito presente no Antigo Testamento[7], incluindo o Pentateuco, alguns gêneros, como Contos – relatos, muitas vezes fantasiosos, que nos enviam a uma mensagem verdadeira; Canções – alem dos Salmos temos vários cantos de louvor, agradecimento, etc.; Epopéia – relata de forma grandiosa um acontecimento, de forma a valorizar a ação ou o herói, pois a ação vem sempre de Deus; Profecias e Oráculos – são pregações, normalmente negativas, realizadas pelos profetas e agentes que falavam em nome de Deus, mesmo não sendo identificados como tais; Anais Históricos – A história mais ou menos “real”, ligeiramente misturada com a teologia, ou com as manifestações religiosas.
Novo Testamento:   O Novo Testamento tem um tipo de gênero literário especifico, conhecido como Mashel. O gênero literário dos Evangelhos, é sempre voltado para a nossa salvação. Dentro dos Evangelhos, temos vários estilos literários diferentes.
Parábolas:  Pode ser de Comparação por imagens, Comparação com uma idéia só (parábolas comparativas). As Parábolas não são em hipótese alguma uma alegoria, a sua finalidade é sempre suscitar o discernimento, a opinião própria. Toda parábola fala de Ordem, Misericórdia do Pai, Mistério de Jesus.
Evangelhos: Mostram a “vida de Jesus” olhando pela lente teológica da comunidade.
Atos dos Apóstolos: História das comunidades primitivas, olhado não pelos olhos do historiador, mas do CRISTÃO LUCAS (Cf. At 1).
Cartas ou Epistolas: São documentos dirigidos a uma ou mais pessoas da comunidade como as nossas cartas modernas.
Apocalipse: Texto com grande número de figuras e simbolismos, mas não é exclusividade do Livro do Apocalipse mas surge como gênero literário (Apocalíptica) e figura em vários textos, tanto do Novo Testamento como do Antigo Testamento.
Cada um desses exemplos podem ser subdivididos em outras classes mais especificas, o que facilita a sua analise. Vamos ver alguns:
Parábolas: São contos com uma mensagem embutida. Podem ser comparativas, descritivas, de cunho moral, etc.
Cartas: Dentro do texto podemos encontrar cartas com destinatários definidos, com corpo, saudação, despedida, etc.
Narrativas: podemos encontrar a narrativa de um fato ou conjunto de fatos.
Discurso: quando alguém (Jesus, Pedro, Paulo, etc.) falam a multidão.
Diálogo: Quando duas pessoas conversam.
Alem disso, dentro de um texto ou livro, podemos encontrar mais de um gênero literário. No Apocalipse, por exemplo, encontramos cartas, completas com todas as partes.
Para conhecer o livro que estamos trabalhando e extrair dele o máximo possível de informações, devemos lançar mão de algumas ferramentas, como a introdução dos livros, as notas de roda-pé, e até mesmo outras publicações.

2.3.                 A data do Escrito:
Novamente recomendo que seja feita uma pesquisa nas notas de introdução do livro que esta sendo estudado, e se possível em bíblias de tradição diferentes (CNBB, Pastoral, TEB, Peregrino, Almeida, etc.) e sempre que possível em literatura especializada.
Mas às vezes vamos nos perguntar para que saber sobre a data do escrito? A resposta é relativamente simples, podendo fixar a data, podemos ver a situação social do grupo, muitos dos conflitos e da própria mensagem do texto esta escondido dentro da história dos destinatários, que foram pessoas históricas, que andaram, viveram, comeram e beberam como nós, por isso entendendo quando e qual a situação podemos ver melhor a mensagem.

2.4.                 O autor:
Pode parecer assombroso para quem nunca pensou nisso, mas não sabemos quem escreveu nem 5% das Sagradas Escrituras. Você pode ate falar que quem escreveu o Evangelho de Mateus, por exemplo, foi o Publicano Mateus (Cf. Mt 10,3; Lc 5, 27), mas isso não pode ser confirmado, uma vez que ele não assinou o escrito!
Vamos brincar um pouco? Quem escreveu o livro do Apocalipse? E quem escreveu o Evangelho de Marcos?
Nossa resposta imediata é João, para alguns o Discípulo amado, para outros João Evangelista (que pela tradição seria o mesmo), portanto, o mesmo escritor do Quarto Evangelho e três cartas, alem do próprio Apocalipse. Quanto ao Evangelho de Marcos, foi escrito pelo discípulo de Jesus, chamado Marcos. Correto?
A principio não!
De acordo com algumas correntes teológicas, o Evangelho de Marcos, que alias não era discípulo de Jesus, deveria-se chamar Evangelho de Pedro, uma vez que este teria ditado a João Marcos, seu secretário, o “Proto-Evangelho de Marcos”[8], sendo que esse Marcos seria o mesmo que acompanhou Paulo e Barnabé em sua primeira viagem missionária.
Quanto ao Apocalipse, sem sombra de dúvida, o autor é João, pois ele mesmo assinou a sua obra (Cf. Ap 1,1-2.4.9; 4,1; 22,8), mas daí para afirmar ou concluir que é o mesmo autor das cartas e do Evangelho existe um enorme abismo.
Alem disso existe a possibilidade de João, o discípulo de Jesus, ter sido martirizado em 64 d.C., o Evangelho foi escrito por volta do ano 90 d.C. e o Apocalipse por volta do ano 95 d.C..

2.5.                 Os Destinatários:
São as pessoas que, a principio, receberam o texto, conhece-los ajuda-nos a entender melhor os conflitos e os problemas  vividos no texto. Como exemplo, vamos tomar o Evangelho de Mateus. Sua estrutura básica é em cinco livros; Jesus esta sempre a  caminho; inicia-se com a genealogia. Por não ser um trabalho teológico, acredito que estes pontos já ajudam a entender para quem foi escrito o texto. 
Mateus é um evangelho escrito para uma comunidade da diáspora (fora de Jerusalém), composta de cristãos-judeus. Por isso, os cinco livros (complementos da Lei [Pentateuco]), Jesus é colocado a caminho, desde o nascimento, em constante  fuga e andando como as comunidades, que foram obrigadas a fugir e inicia-se com a genealogia, valorizando Davi e Abraão, pela pessoa de José, e mal cita a presença de Maria, mãe do Senhor, e esse ponto se opõem ao texto de Lucas, pois o segundo escrevia para comunidades de Cristãos de origem pagã.

3. A História:
Precisamos conhecer o mínimo sobre a história da qual estamos estudando. Essa história envolve a cultura, a ciência e a sociedade da época.

3.1.                 Conflitos:
Pode parecer estranho começarmos a estudar a história de um texto bíblico por seus conflitos, mas temos um motivo.
Jesus foi morto em decorrência de um conflito de interesses. A comunidade primitiva rompe com o judaísmo em decorrência de um conflito. Todas as comunidades e grupos, até nos nossos dias, vivem em constantes conflitos, pois o conflito é essencial ao crescimento humano.
Identificar o conflito, seja na comunidade, seja na proposta catequética, faz com que possamos escolher os textos que nos levam a atender as nossas necessidades catequéticas.
O conflito nem sempre é negativo, ele é uma colocação de idéias diferentes.

3.2.                 Posição Política:
Da mesma forma que o conflito é algo presente no dia a dia do ser humano, a política também o é. As relações políticas nascem com o ser humano e morrem com ele, apenas variam de intensidade e forma.
Portanto, para poder se conhecer melhor o texto, devemos buscar as relações políticas presentes no contexto social estudado.

3.3.                 Riscos:
Conhecendo a sociedade, a política e os conflitos, vamos estudar os riscos envolvidos na situação estudada.
Através do estudo dos riscos, podemos nos aprofundar mais nas relações inter-humanas e sociais, reconhecendo os problemas e as soluções existentes no texto. É preciso reconhecer os riscos diretos e indiretos, ou seja, aqueles presentes no texto de forma direta e aqueles que somente podem ser vistos a luz da pesquisa.
É muito importante conhecer os riscos, tanto na sociedade da época, como na nossa atualização e no nosso dia a dia.

3.4.                 Promessas e Esperanças:
Quase todos os textos bíblicos foram escritos, tendo como fundo a perseguição, a morte, a exclusão social e a diáspora (exílio). Daí nasceram os textos que tinham dentro do seu corpo uma promessa (escatológica ou não) de uma vida melhor. Vejamos como exemplo Ap 21-22, depois de uma série de conflitos, mostrando uma Jerusalém Celeste (O Reino de Deus) que desce para a Terra, ou seja, a grande promessa é a vinda (não escatológica) do Reino de Deus.

4.Parte Teológica:
Tudo o que estudamos nas três primeiras partes desse documento, servem para serem utilizadas nesta última parte, pois ela que ira subsidiar o encontro de catequese.
Temos duas formas de escolher um texto, dentro da catequese, para o estudo. A primeira é tomando-se o tema previamente definido e escolher o texto o que será trabalhado. Nessa escolha devo levar em conta a idade par quem vou preparar o texto, seu contexto social e seu grau de instrução. Essa é a forma mais difícil mas a mais gratificante, uma vez que cabe ao catequista “descobrir” o texto ideal. A segunda é tomando um texto já definido, e realizar o estudo. Mesmo assim, é recomendado que o catequista tenha em mente a idade do seu catequizando, a situação social e seu grau de instrução para evitar transformar o seu texto em algo muito erudito (difícil, clássico).

4.1. Mensagem Central do Texto:
Num primeiro olhar, pode-se dizer que o texto tem uma mensagem como uma frase pronta, do estilo “Deus é bom”. Mas isso não é a mensagem central, e sim um artifício para não realizar o estudo. A mensagem central do texto é aquela que permeia todo o texto, sendo que ela sozinha poderia “justificar” o texto todo. Normalmente a mensagem central do texto é o tema do encontro de catequese (ou ligado a ele).

4.2. Temas para um encontro:
Quando se esta preparando um encontro, vamos começar relacionando os textos que possivelmente podem ser usados num determinado encontro ou tema.
Depois de lido com cuidado, podemos extrair deles as mensagens centrais. Em posse da mensagem central, escolho a mensagem que melhor se adapte ao meu tema. Os outros textos podem ser utilizados como textos complementares.

4.3. Ensinamentos:
A mola mestra da Catequese por Idades. Retirar ensinamentos é “desmontar” o texto, retirando de cada linha, parágrafo ou versículo a mensagem central. Não é resumo, é algo extremamente simples, às vezes apenas uma palavra, às vezes pequenas frases. Os ensinamentos serão utilizados para elaborar todo o encontro de catequese.
Somente a prática leva a conhecer o como se extrai ensinamentos e essa técnica pode ser utilizada com qualquer texto, de qualquer fonte, seja ela religiosa ou não.

4.4. Os Textos e a nossa Realidade:
Não adianta tomar o texto, fazer uma analise criteriosa e muito bem feita da relação histórica, levantando toda a situação da época, mas esquecer de olhar a nossa situação atual.
A analise temporal serve para refletir o passado e traze-lo a nossa realidade, afinal, estamos fazendo ECO (Catequizando) no século XXI, e não no século I!

5.Bibliografia e Referencial:
Bíblia Pastoral, Ave Maria, Peregrino, TEB.
O Catequizando em Crescimento – Pe Paulo César Gil – Editora Vozes
Apontamentos particulares do Curso de Teologia para Leigos, Escola de Ministérios de Santana – RESA.
Apontamentos particulares da Escola de Catequese por Idades, Região Episcopal de Santana.
Série como ler... (Paulus – Diversos títulos e autores)

Autor: Zacarias Ribeiro Lobo
Contato: zacarias_ribeiro@ig.com.br
È(11) 9702-1153  Å (11) 6705-8709
H R. Luiz Juliani, 158
03978-270 – Vila Renato – São Paulo – SP



[1] Essa interpretação simplista e simplória leva a interpretação fundamentalista.

[2] Ao trabalhar com crianças abandonadas, por exemplo, não devemos usar a comparação de Deus com o Pai, pois para eles essas crianças tem em seus pais uma conotação negativa.

[3] A Palavra de Deus é sempre indicada no singular e preferencialmente com letra maiúscula, pois nosso Deus tem somente UMA palavra, por isso o termo palavras é errado ao indicar textos bíblicos.

[4] Lembre-se a palavra Catequizar é sinônimo de ECOAR, fazer escutar a Palavra de Deus.
[5] O nome Al Corão, tem como significado Livro de Deus (Al = Deus em árabe).

[6] Nunca é tarde para lembrar que o nome Javé (Aquele que é ou Aquele que está) e o nome Jeová tem o mesmo sentido e significado teológico. A utilização de um ou de outro nome é em decorrência de que vivemos num mundo globalizado, e em atendimento ao pedido do Santo Papa, João Paulo II, no seu documento Ut Unum Sinto (que todos sejam um) devemos sempre pregar o Ecumenismo (todas as religiões, não unidas em uma só, mas respeitando as suas diferenças).
[7] Nunca se usa o termo Velho ao indicar textos do Antigo Testamento, pois Velho é algo que não tem mais valor ou uso.
[8] Proto-Evangelho de Marcos = Primeira versão do Evangelho de Marcos.

Exemplo:

Texto : Lc 4, 14-21:

14- Jesus voltou para a Galiléia com a força do Espírito Santo
  
15- Ele ensinava na sinagoga e todos os elogiavam
  
16- Jesus foi a cidade de Nazaré, onde se havia criado.  Conforme seu costume no sábado entrou na sinagoga, e levantou-se para fazer a leitura.   

17- Deram-lhe o livro dos Profetas Isaías. Abrindo o livro, Jesus encontrou a passagem onde está escrito

18- “ O Espírito Santo está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Notícia aos pobres ; enviou-me para proclamar a libertação aos pobre; e aos cegos a recuperação da vista ; para libertar o oprimidos.

19- e para proclamar um ano de graças ao Senhor.”

20- em seguida Jesus fechou o livro, o entregou na mão do ajudante, e sentou-se .Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 

21- Então Jesus começou a dizer-lhes : “ Hoje se cumpriu essa passagem da Escritura que vocês acabam de ouvir.”

Ensinamentos:
1º)  A força do Espírito Santo está sempre conosco . Devemos deixar o Espírito Santo agir em nós para cumprir nossa missão - Vr. 14

2º ) Ensinar com sabedoria e humildade para que todos possam compreender . Vr. 15

3°) Jesus nos dá o exemplo de disposição e participação na vida da comunidade . A leitura da Bíblia é importante para levar a Palavra de Deus aos outros. Vr. 16 

4º) Jesus foi chamado e nós também fomos chamados para anunciar. Vr. 17

5º) Transmitir a Boa Nova, levando a esperança da liberdade àqueles que estão presos ao mundo .Vr. 18


6º) Anunciar as graças que Deus tem para derramar sobre todos nós.Esta graça é o encontro com Deus .Vr. 19

7º) Jesus falava com sabedoria,lia com tanta convicção que as pessoas ficavam fixas, compenetradas nele .
  
8º) Isaías havia anunciado esta passagem e a Palavra cumpriu segundo a Escritura. 

No estudo Bíblico, retiramos os ensinamentos cuja mensagem central será usada na formação da Fé, Consciência , Oração e Engajamento,  momentos estes que devem estar ligados  fazendo uma interação Fé e Vida. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário