1.Introdução:
Antes de
iniciarmos é preciso estudar o que é que buscamos através do Estudo Bíblico.
Ele deve ser um meio de estudar e descobrir o que Deus quer nos dizer por meio
da Palavra, e ao mesmo tempo não permitir que usemos essa mesma Palavra para
justificar a nossa idéia ou ação.
A Palavra de
Deus é fonte inesgotável de sabedoria, por isso, podemos passar a vida toda
estudando um único versículo, e mesmo assim não chegar a um consenso.
Assim, devemos
nos aproveitar do Magistério (Tradição) da Igreja e mesmo das fontes seculares
(sociedade) para ilustrar e auxiliar o nosso estudo. Dessa forma o estudo
bíblico nos ajuda a compreender melhor o que Deus nos fala, permitindo que
tenhamos mais facilidade na transmissão do conteúdo (Ecoar = Catequizar).
Buscando essa
perfeição, devemos escolher os textos e estudá-los com todo o carinho e amor,
levando em conta vários pontos, entre eles, os textos paralelos e
complementares, religiosos e seculares.
O estudo
bíblico não pode ficar preso e amarrado numa
visão simplória e simplista[1]
amarrada e congelada dentro da Igreja, mas deve ser levada a vida.
Assim a pessoa
que esta sempre realizando Estudo Bíblico, como os catequistas, precisam estar
constantemente se instruindo e atualizando. A escolha do texto que irá
trabalhar, deve levar em conta a idade de quem irá receber a mensagem e seu
contexto social, pois um texto aparentemente ótimo para determinado tema, entra
em conflito com a realidade vivida pelos catequizandos[2].
2.Os textos:
2.1.
O que buscamos nos textos?

Todas as
pessoas que buscam a Palavra[3]
de Deus desejam algo dela, seja conforto espiritual, seja paz de espírito. Ao
buscar o Sagrado, todos os seres humanos, buscam algo especial. Mas o que o
catequista deve buscar no texto bíblico? Deve buscar algo que possa ecoar[4]
(levar aos outros) através de suas próprias palavras e de sua vida. A Boa Nova
proclamada pelo catequista deve obrigatoriamente ser vivida em sua vida. Não
adianta pregar uma coisa e na prática
viver outra (Cf. Mt 7,3-5 – Cisco no olho do irmão).
Portanto a
missão da Catequese é ecoar a Palavra, não com palavras mas com ações, pois é
exatamente ai que ela frutifica (Cf. Tg 2,24 – O Homem é salvo pela obras e não
somente pela fé).
2.2.
Gênero Literário:
Para se poder
entender e viver a Boa Nova, não basta ter boa vontade e nem mesmo decorar a
Palavra, virgula por virgula. É necessário entende-la. Ai entram os gêneros
literários, que são as formas pelas quais os autores (pessoas como nós)
escreveram a Palavra de Deus (não como a tradição muçulmana, que coloca o Anjo
Gabriel ditando diretamente as Palavras de Deus no ouvido do profeta islâmico
Maomé, e este ditava a sua esposa que escrevia o Al Corão[5],
mas vivida no dia a dia, aproveitando as experiências humanas).
Assim temos vários tipos de linguagem ou gênero
literário que figuram nas Sagradas Escrituras. Vamos “estudar” algumas dessas
formas de escrita, de forma bem leve, quem se interessar por esse assunto, pode
entre outros locais, encontrar informações na introdução dos livros da Bíblia.
Pentateuco: É comum encontrar
quatro formas ou padrões: Javista (J) onde o nome utilizado
para Deus é Javé/Jeová[6]
(YHWH). Seu modo de descrever os fatos é cheio de imagens e comparações. Por
exemplo Ex 19, 16-25. Elóista (E): datada do século IX a.C.
e provem do reino do Norte. Essa tradição
trata o nome de DEUS como Eloim. Usa menos imagens que o Javista. O
Elóista deu mais importância ao
primitivo Israel como uma comunidade Obrigada religiosa e eticamente
(comportamento) pelo pacto (ou aliança) com Javé. Menos ligada à monarquia. Por
exemplo: Ex 24,8. Deuteronomista (D): Século VIII a.C.. Descobre-se essa tradição
em textos que recordam ao povo que ele foi escravo no Egito. O livro do
Deuteronônomio começa por uma segunda narração
da lei dada por Moisés. Não confundir a tradição Deuteronomista com o
livro do Deuteronômio. Nesse livro descobre-se as características dessas tradições
(D). Por Exemplo Dt. 13,11. Sacerdotal (P) - Priester - data da
época do exílio - desde o Genises até
Números encontramos trechos dessa tradição. Por exemplo Ex 12; 13,16 (páscoa
Israelita).
Antigo
Testamento: É muito
presente no Antigo Testamento[7],
incluindo o Pentateuco, alguns gêneros, como Contos – relatos, muitas vezes
fantasiosos, que nos enviam a uma mensagem verdadeira; Canções – alem dos
Salmos temos vários cantos de louvor, agradecimento, etc.; Epopéia – relata de
forma grandiosa um acontecimento, de forma a valorizar a ação ou o herói, pois
a ação vem sempre de Deus; Profecias e Oráculos – são pregações, normalmente
negativas, realizadas pelos profetas e agentes que falavam em nome de Deus,
mesmo não sendo identificados como tais; Anais Históricos – A história mais ou
menos “real”, ligeiramente misturada com a teologia, ou com as manifestações
religiosas.
Novo
Testamento: O Novo
Testamento tem um tipo de gênero literário especifico, conhecido como Mashel. O
gênero literário dos Evangelhos, é sempre voltado para a nossa salvação. Dentro
dos Evangelhos, temos vários estilos literários diferentes.
Parábolas: Pode ser de Comparação por imagens,
Comparação com uma idéia só (parábolas comparativas). As Parábolas não são em
hipótese alguma uma alegoria, a sua finalidade é sempre suscitar o
discernimento, a opinião própria. Toda parábola fala de Ordem, Misericórdia do
Pai, Mistério de Jesus.
Evangelhos:
Mostram a “vida de Jesus” olhando pela lente teológica da comunidade.
Atos dos Apóstolos:
História das comunidades primitivas, olhado não pelos olhos do historiador, mas
do CRISTÃO LUCAS (Cf. At 1).
Cartas ou Epistolas:
São documentos dirigidos a uma ou mais pessoas da comunidade como as nossas
cartas modernas.
Apocalipse:
Texto com grande número de figuras e simbolismos, mas não é exclusividade do
Livro do Apocalipse mas surge como gênero literário (Apocalíptica) e figura em
vários textos, tanto do Novo Testamento como do Antigo Testamento.
Cada um
desses exemplos podem ser subdivididos em outras classes mais especificas, o
que facilita a sua analise. Vamos ver alguns:
Parábolas:
São contos com uma mensagem embutida. Podem ser comparativas, descritivas, de
cunho moral, etc.
Cartas:
Dentro do texto podemos encontrar cartas com destinatários definidos, com
corpo, saudação, despedida, etc.
Narrativas:
podemos encontrar a narrativa de um fato ou conjunto de fatos.
Discurso:
quando alguém (Jesus, Pedro, Paulo, etc.) falam a multidão.
Diálogo:
Quando duas pessoas conversam.
Alem
disso, dentro de um texto ou livro, podemos encontrar mais de um gênero
literário. No Apocalipse, por exemplo, encontramos cartas, completas com todas
as partes.
Para
conhecer o livro que estamos trabalhando e extrair dele o máximo possível de
informações, devemos lançar mão de algumas ferramentas, como a introdução dos
livros, as notas de roda-pé, e até mesmo outras publicações.
2.3.
A data do Escrito:
Novamente recomendo que seja feita uma pesquisa nas
notas de introdução do livro que esta sendo estudado, e se possível em bíblias
de tradição diferentes (CNBB, Pastoral, TEB, Peregrino, Almeida, etc.) e sempre
que possível em literatura especializada.
Mas às vezes
vamos nos perguntar para que saber sobre a data do escrito? A resposta é
relativamente simples, podendo fixar a data, podemos ver a situação social do
grupo, muitos dos conflitos e da própria mensagem do texto esta escondido
dentro da história dos destinatários, que foram pessoas históricas, que
andaram, viveram, comeram e beberam como nós, por isso entendendo quando e qual
a situação podemos ver melhor a mensagem.
2.4.
O autor:
Pode parecer
assombroso para quem nunca pensou nisso, mas não sabemos quem escreveu nem 5%
das Sagradas Escrituras. Você pode ate falar que quem escreveu o Evangelho de
Mateus, por exemplo, foi o Publicano Mateus (Cf. Mt 10,3; Lc 5, 27), mas isso
não pode ser confirmado, uma vez que ele não assinou o escrito!
Vamos brincar
um pouco? Quem escreveu o livro do Apocalipse? E quem escreveu o Evangelho de
Marcos?
Nossa resposta
imediata é João, para alguns o Discípulo amado, para outros João Evangelista
(que pela tradição seria o mesmo), portanto, o mesmo escritor do Quarto Evangelho
e três cartas, alem do próprio Apocalipse. Quanto ao Evangelho de Marcos, foi
escrito pelo discípulo de Jesus, chamado Marcos. Correto?
A principio
não!
De acordo com
algumas correntes teológicas, o Evangelho de Marcos, que alias não era
discípulo de Jesus, deveria-se chamar Evangelho de Pedro, uma vez que este
teria ditado a João Marcos, seu secretário, o “Proto-Evangelho de Marcos”[8],
sendo que esse Marcos seria o mesmo que acompanhou Paulo e Barnabé em sua
primeira viagem missionária.
Quanto ao
Apocalipse, sem sombra de dúvida, o autor é João, pois ele mesmo assinou
a sua obra (Cf. Ap 1,1-2.4.9; 4,1; 22,8), mas daí para afirmar ou concluir que
é o mesmo autor das cartas e do Evangelho existe um enorme abismo.
Alem disso
existe a possibilidade de João, o discípulo de Jesus, ter sido martirizado em
64 d.C., o Evangelho foi escrito por volta do ano 90 d.C. e o Apocalipse por
volta do ano 95 d.C..
2.5.
Os Destinatários:
São as pessoas que, a principio, receberam o texto,
conhece-los ajuda-nos a entender melhor os conflitos e os problemas vividos no texto. Como exemplo, vamos tomar
o Evangelho de Mateus. Sua estrutura básica é em cinco livros; Jesus esta
sempre a caminho; inicia-se com a
genealogia. Por não ser um trabalho teológico, acredito que estes pontos já
ajudam a entender para quem foi escrito o texto.
Mateus é um
evangelho escrito para uma comunidade da diáspora (fora de Jerusalém), composta
de cristãos-judeus. Por isso, os cinco livros (complementos da Lei
[Pentateuco]), Jesus é colocado a caminho, desde o nascimento, em
constante fuga e andando como as
comunidades, que foram obrigadas a fugir e inicia-se com a genealogia,
valorizando Davi e Abraão, pela pessoa de José, e mal cita a presença de Maria,
mãe do Senhor, e esse ponto se opõem ao texto de Lucas, pois o segundo escrevia
para comunidades de Cristãos de origem pagã.
3. A História:
Precisamos conhecer o mínimo sobre a história da
qual estamos estudando. Essa história envolve a cultura, a ciência e a
sociedade da época.
3.1.
Conflitos:
Pode
parecer estranho começarmos a estudar a história de um texto bíblico por seus
conflitos, mas temos um motivo.
Jesus
foi morto em decorrência de um conflito de interesses. A comunidade primitiva
rompe com o judaísmo em decorrência de um conflito. Todas as comunidades e
grupos, até nos nossos dias, vivem em constantes conflitos, pois o conflito é
essencial ao crescimento humano.
Identificar
o conflito, seja na comunidade, seja na proposta catequética, faz com que
possamos escolher os textos que nos levam a atender as nossas necessidades
catequéticas.
O
conflito nem sempre é negativo, ele é uma colocação de idéias diferentes.
3.2.
Posição Política:
Da mesma forma que o conflito é algo presente no
dia a dia do ser humano, a política também o é. As relações políticas nascem com
o ser humano e morrem com ele, apenas variam de intensidade e forma.
Portanto, para
poder se conhecer melhor o texto, devemos buscar as relações políticas
presentes no contexto social estudado.
3.3.
Riscos:
Conhecendo a sociedade, a política e os conflitos,
vamos estudar os riscos envolvidos na situação estudada.
Através do
estudo dos riscos, podemos nos aprofundar mais nas relações inter-humanas e
sociais, reconhecendo os problemas e as soluções existentes no texto. É preciso
reconhecer os riscos diretos e indiretos, ou seja, aqueles presentes no texto
de forma direta e aqueles que somente podem ser vistos a luz da pesquisa.
É muito
importante conhecer os riscos, tanto na sociedade da época, como na nossa
atualização e no nosso dia a dia.
3.4.
Promessas e Esperanças:
Quase todos os textos bíblicos foram escritos,
tendo como fundo a perseguição, a morte, a exclusão social e a diáspora
(exílio). Daí nasceram os textos que tinham dentro do seu corpo uma promessa
(escatológica ou não) de uma vida melhor. Vejamos como exemplo Ap 21-22, depois
de uma série de conflitos, mostrando uma Jerusalém Celeste (O Reino de Deus)
que desce para a Terra, ou seja, a grande promessa é a vinda (não escatológica)
do Reino de Deus.
4.Parte
Teológica:
Tudo o que estudamos nas três primeiras partes
desse documento, servem para serem utilizadas nesta última parte, pois ela que
ira subsidiar o encontro de catequese.
Temos duas
formas de escolher um texto, dentro da catequese, para o estudo. A primeira é
tomando-se o tema previamente definido e escolher o texto o que será
trabalhado. Nessa escolha devo levar em conta a idade par quem vou preparar o
texto, seu contexto social e seu grau de instrução. Essa é a forma mais difícil
mas a mais gratificante, uma vez que cabe ao catequista “descobrir” o texto
ideal. A segunda é tomando um texto já definido, e realizar o estudo. Mesmo
assim, é recomendado que o catequista tenha em mente a idade do seu
catequizando, a situação social e seu grau de instrução para evitar transformar
o seu texto em algo muito erudito (difícil, clássico).
4.1. Mensagem Central do Texto:
Num primeiro
olhar, pode-se dizer que o texto tem uma mensagem como uma frase pronta, do
estilo “Deus é bom”. Mas isso não é a mensagem central, e sim um artifício para
não realizar o estudo. A mensagem central do texto é aquela que permeia todo o
texto, sendo que ela sozinha poderia “justificar” o texto todo. Normalmente a
mensagem central do texto é o tema do encontro de catequese (ou ligado a ele).
4.2. Temas para um encontro:
Quando se esta
preparando um encontro, vamos começar relacionando os textos que possivelmente
podem ser usados num determinado encontro ou tema.
Depois de lido
com cuidado, podemos extrair deles as mensagens centrais. Em posse da mensagem
central, escolho a mensagem que melhor se adapte ao meu tema. Os outros textos
podem ser utilizados como textos complementares.
4.3. Ensinamentos:
A mola mestra
da Catequese por Idades. Retirar ensinamentos é “desmontar” o texto, retirando
de cada linha, parágrafo ou versículo a mensagem central. Não é resumo, é algo
extremamente simples, às vezes apenas uma palavra, às vezes pequenas frases. Os
ensinamentos serão utilizados para elaborar todo o encontro de catequese.
Somente a
prática leva a conhecer o como se extrai ensinamentos e essa técnica pode ser
utilizada com qualquer texto, de qualquer fonte, seja ela religiosa ou não.
4.4. Os Textos e a nossa Realidade:
Não adianta
tomar o texto, fazer uma analise criteriosa e muito bem feita da relação
histórica, levantando toda a situação da época, mas esquecer de olhar a nossa
situação atual.
A analise
temporal serve para refletir o passado e traze-lo a nossa realidade, afinal,
estamos fazendo ECO (Catequizando) no século XXI, e não no século I!
5.Bibliografia e
Referencial:
Bíblia Pastoral, Ave Maria,
Peregrino, TEB.
O Catequizando em Crescimento –
Pe Paulo César Gil – Editora Vozes
Apontamentos particulares do
Curso de Teologia para Leigos, Escola de Ministérios de Santana – RESA.
Apontamentos particulares da
Escola de Catequese por Idades, Região Episcopal de Santana.
Série como ler... (Paulus –
Diversos títulos e autores)
Autor: Zacarias Ribeiro Lobo
Contato:
zacarias_ribeiro@ig.com.br
È(11) 9702-1153 Å
(11) 6705-8709
H R. Luiz Juliani, 158
03978-270 – Vila Renato – São Paulo – SP
[1] Essa
interpretação simplista e simplória leva a interpretação fundamentalista.
[2] Ao trabalhar
com crianças abandonadas, por exemplo, não devemos usar a comparação de Deus
com o Pai, pois para eles essas crianças tem em seus pais uma conotação
negativa.
[3] A Palavra de
Deus é sempre indicada no singular e preferencialmente com letra maiúscula,
pois nosso Deus tem somente UMA palavra, por isso o termo palavras é errado ao
indicar textos bíblicos.
[4] Lembre-se a
palavra Catequizar é sinônimo de ECOAR, fazer escutar a Palavra de Deus.
[5] O nome Al
Corão, tem como significado Livro de Deus (Al = Deus em árabe).
[6]
Nunca é tarde para lembrar que o nome Javé (Aquele que é ou Aquele que está) e
o nome Jeová tem o mesmo sentido e significado teológico. A utilização de um ou
de outro nome é em decorrência de que vivemos num mundo globalizado, e em
atendimento ao pedido do Santo Papa, João Paulo II, no seu documento Ut Unum
Sinto (que todos sejam um) devemos sempre pregar o Ecumenismo (todas as religiões,
não unidas em uma só, mas respeitando as suas diferenças).
[7]
Nunca se usa o termo Velho ao indicar textos do Antigo Testamento, pois
Velho é algo que não tem mais valor ou uso.
[8]
Proto-Evangelho de Marcos = Primeira versão do Evangelho de Marcos.
Exemplo:
Texto : Lc 4, 14-21:
Ensinamentos:
8º) Isaías havia anunciado esta passagem e a Palavra
cumpriu segundo a Escritura.
No estudo Bíblico, retiramos os ensinamentos cuja mensagem central será usada na formação da Fé, Consciência , Oração e Engajamento, momentos estes que devem estar ligados fazendo uma interação Fé e Vida.
Exemplo:
Texto : Lc 4, 14-21:
14- Jesus voltou para a Galiléia com a força do Espírito
Santo
15- Ele ensinava na sinagoga e todos os elogiavam
16- Jesus foi a cidade de Nazaré, onde se havia criado. Conforme seu costume no sábado entrou na
sinagoga, e levantou-se para fazer a leitura.
17- Deram-lhe o livro dos Profetas Isaías. Abrindo o livro,
Jesus encontrou a passagem onde está escrito
18- “ O Espírito Santo está sobre mim, porque ele me
consagrou com a unção para anunciar a Boa Notícia aos pobres ; enviou-me para
proclamar a libertação aos pobre; e aos cegos a recuperação da vista ; para
libertar o oprimidos.
19- e para proclamar um ano de graças ao Senhor.”
20- em seguida Jesus fechou o livro, o entregou na mão do
ajudante, e sentou-se .Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos
nele.
21- Então Jesus começou a dizer-lhes : “ Hoje se cumpriu
essa passagem da Escritura que vocês acabam de ouvir.”
1º) A força do
Espírito Santo está sempre conosco . Devemos deixar o Espírito Santo agir em
nós para cumprir nossa missão - Vr. 14
2º ) Ensinar com sabedoria e humildade para que todos possam
compreender . Vr. 15
3°) Jesus nos dá o exemplo de disposição e participação na
vida da comunidade . A leitura da Bíblia é importante para levar a Palavra de
Deus aos outros. Vr. 16
4º) Jesus foi chamado e nós também fomos chamados para
anunciar. Vr. 17
5º) Transmitir a Boa Nova, levando a esperança da liberdade
àqueles que estão presos ao mundo .Vr. 18
6º) Anunciar as graças que Deus tem para derramar sobre todos
nós.Esta graça é o encontro com Deus .Vr. 19
7º) Jesus falava com sabedoria,lia com tanta convicção que
as pessoas ficavam fixas, compenetradas nele .
No estudo Bíblico, retiramos os ensinamentos cuja mensagem central será usada na formação da Fé, Consciência , Oração e Engajamento, momentos estes que devem estar ligados fazendo uma interação Fé e Vida.


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